segunda-feira, 19 de março de 2012

clarão

Se opuser, quiser mudança. Aceitar, ficar omisso é dois pontos de um todo em conflito.

Realmente qual é a força que nos faz pender para um lado seria outra antítese entre a razão e emoção? Favorável, favorecimento, oportunismo. São palavras que nos puxam para uma saída nem sempre muito éticas, mas nos dão um norte do que as incertezas de caminhos de exemplos que mostram como poucos se favorecem em ir por esse caminho. Nossas ações abrem portas e nosso medo às fecha. Gostaríamos de um manual e temos aos montes e eles ensinam a coisa mais certa do mundo em nosso caminho sempre perderemos. Dessa forma em nossas atitudes não devemos ter medo de escolher e nem de errar e sim coragem para percorrer aquilo que somos ou que nos transformamos.

domingo, 18 de março de 2012

sopro

Despedaçado estou em minha completa candura inerte no meu obvio, convivendo com meu silencio perdendo meus porquês e sentido o desfecho da razão, a cura.

Regurgitando todas as maledicências entrando e colapso com meu próprio eu. Vivendo o ultimo suspiro pela minha vida toda.

terça-feira, 13 de março de 2012

De onde vem esse poder, será que dessas pernas torneadas ou então desses lábios carnudos, em seu olhar profundo que agente se perde, a pele alva e sardenta, seu sexapil, mas não poder de me encantar e sim de em uma frase me prender em seus encantos para vida inteira.
Ligar , carregar, cair, reiniciar e carregar , baixar colocando senha, errar , recadastrar, se irritar então conseguir e a inspiração no contro c....suspensa.
Feliz é aquele que sabe ocultar suas mazelas.
A vida é uma bosta que as vezes nascem flores e cogumelos.

domingo, 4 de março de 2012

Já era certo. Até chegar o tempo verbal com suas imposições!

quinta-feira, 1 de março de 2012

O homem das rosas O homem das rosas...

Em minha cidade há em determinadas épocas pessoas que vendem rosas nas esquinas no sinal e com outros tipos de flores. E o povo conta que o ano inteiro um senhor idoso vem há muito tempo largando flores pela cidade. Não é o tempo todo, mas pela sua vida foi capaz de cobrir um pouco com o colorido de suas flores, ele trabalha com duas, falar em trabalho como podemos imaginar nosso amigo já é aposentado, mas tem uma floricultura herança por onde muito tempo trabalhou. Dizem as más línguas que seu pai fazia o mesmo.
No banco da praça, nas esquinas de ave ninadas, atirava às vezes de pontes, parapeitos, sacadas era uma celebridade e adoravam quando ele largava uma rosa. Sua cara era normal como se estivesse em serviço.
Uma ou outra vez ocorria uma morte o que se começava a notar é que era coincidentemente no mesmo lugar isso foi notado por pequeno rapaz que dizia sua mãe que ali onde uma menina se jogou havia uma rosa há um ano em seu aniversário.
Começaram a suspeitar e o caso foi averiguado a cidade era grande e as flores eram colocadas em lugares de muitas ocorrências. Por tanto foram deixado de lado às buscas. O velho floricultor foi para sua casa pegar seu numero exato de flores e distribuir rosas e cravos e quando estava em seu ultimo paradeiro encontrou um rapaz no alto da colina a observar a lua e foi até ele e deu-lhe um cravo e virou-se e foi para o seu lar e nesse momento em que um vai o outro se joga e cai em meio à floresta com um cravo na mão.
Quase meio século depois a floresta é aberta para construções e lá esta o cadáver com cabo retorcido nas mãos e passando ali perto vai um jovem com cesto de flores com rosas e cravos.