Em minha cidade há em determinadas épocas pessoas que vendem rosas nas esquinas no sinal e com outros tipos de flores. E o povo conta que o ano inteiro um senhor idoso vem há muito tempo largando flores pela cidade. Não é o tempo todo, mas pela sua vida foi capaz de cobrir um pouco com o colorido de suas flores, ele trabalha com duas, falar em trabalho como podemos imaginar nosso amigo já é aposentado, mas tem uma floricultura herança por onde muito tempo trabalhou. Dizem as más línguas que seu pai fazia o mesmo.
No banco da praça, nas esquinas de ave ninadas, atirava às vezes de pontes, parapeitos, sacadas era uma celebridade e adoravam quando ele largava uma rosa. Sua cara era normal como se estivesse em serviço.
Uma ou outra vez ocorria uma morte o que se começava a notar é que era coincidentemente no mesmo lugar isso foi notado por pequeno rapaz que dizia sua mãe que ali onde uma menina se jogou havia uma rosa há um ano em seu aniversário.
Começaram a suspeitar e o caso foi averiguado a cidade era grande e as flores eram colocadas em lugares de muitas ocorrências. Por tanto foram deixado de lado às buscas. O velho floricultor foi para sua casa pegar seu numero exato de flores e distribuir rosas e cravos e quando estava em seu ultimo paradeiro encontrou um rapaz no alto da colina a observar a lua e foi até ele e deu-lhe um cravo e virou-se e foi para o seu lar e nesse momento em que um vai o outro se joga e cai em meio à floresta com um cravo na mão.
Quase meio século depois a floresta é aberta para construções e lá esta o cadáver com cabo retorcido nas mãos e passando ali perto vai um jovem com cesto de flores com rosas e cravos.