quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ao vivo


Ao vivo
Dentre a arte que refaz a cada dia, meu sangue verte pelo pingo de um telhado de uma tempestade que só apenas vida assim como meu fluido vital que pulsa. Meu coração bate...
Minha venal doença me pede para viver e a morte foge da certeza.
Tinta guache, cor vermelha derrama... Quem ama?
Tinha sonho e era habitado.
Vejo a estranha forma de me deixar ciente de existir.