Ao vivo
Dentre a arte que refaz a cada dia, meu sangue verte pelo
pingo de um telhado de uma tempestade que só apenas vida assim como meu fluido
vital que pulsa. Meu coração bate...
Minha venal doença me pede para viver e a morte foge da
certeza.
Tinta guache, cor vermelha derrama... Quem ama?
Tinha sonho e era habitado.
Vejo a estranha forma de me deixar ciente de existir.