quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Um gole
Meu sexy apil empurro teu conservadorismo e antes que volte a conserva me mostre o ardor de sua vontade abra seus desejos e me tome saciar escorrendo pelos lados.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Calor
Seu balanço
A água que escorre
Sempre ereta
A sombra corre
Algodão no céu
A necessidade percorre todo seu corpo
Poe no chão e num mergulho se refaz do sol
Imersa deixa fluir sobre seus contornos
Peças poucas e úmidas quase desnuda
Vê o tempo temporal e mais úmida do tempo
Escorre até o lar com balde nas mãos e fim do querer.
Sina
Será minha ultima sina
O ultimo instante
O derradeiro
Quero você a qual que preço que possa ou não pagar.
Eu roubo, minto, sequestro e viro magnata me encho de grana
para te mostrar o poder
The Power não que tenho e sim que você me faz ter
A força que tuas coxas fazem no meu vigor.
Me balbuciando amor.
E quero todo como um guloso imerso em pecado.
Pra você sou um santo até me levar pro inferno.
E no ultimo gozo... Estaremos de volta para um novo começo.
I miss you
Tenho um problema
Isso me rodeia
Danço, canto, jogo ele pra La
Começa todos estão prontos
Só você que não...
Sua presença foi minha amiga há muito tempo
Por que só vejo vazio?
Seus olhos me indicam o que o corpo quer
Seus olhos me indicam o que o corpo quer
Mas sem eles me vejo só.
Que poder se tem com tua presença
Não seja mal volte senão terei um problema.
I miss you...
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Hoje pode ser diferente.
Hoje pode ser diferente, será?
O que torna um dia incomum? Quando já se viveu tanto e de
maneiras diversas...
Djavús são partes presentes de meu caminho. Lembro bem da
ultima empreitada, como esquecer uma rotina que propicia a coincidência. Diria
que a criatividade talvez seja a única coisa que me da forças para continuar a
levar meus pés a encontrar esquinas. Infelizmente probabilidades uma hora nos
fazem ganhar e perceber que possibilidades se esgotam.
Já pensei em parar, dedicar-me...
Há tantas curas que precisam acalentar o pecado daqueles que
o fazem no caminho de suas chagas. Quem curaria a minha? Teria como matar minha
sede nesse intervalo?
Lá a diante quando não existissem mais ruas a nomear e meu
corpo já tivesse saciado a fome do ultimo verme errante, como eu poderia ser
recompensado? Talvez tatuado na identidade de um desconhecido, que outrora se
tornasse mais um tumor da sociedade, que desgraça seria pensar que o meu alivio
num futuro tivesse um alto preço que nem eu inexistente quanto mais à grande
parcela que teimo dizer amar poderia se beneficiar, e sim apenas o oportuno.
Assinar:
Comentários (Atom)