segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Por luas me fiz presente no futuro de errantes, se for o suficiente, digo que perdi, ”loser” tenham a certeza perdi não o jogo, a batalha, o destino, nem mesmo a esperança. Perdi algo que nunca tive... O direito ao respeito. LUTEI POR ERAS E ERAS até encontrá-lo. E saber que merece estar livre me faz melhor, liberta a mim, também estou pronto para começar outros milhões de vezes e perder outros tantos.

Deixe, nem sempre terá a razão para amedrontar sua raiz de pecado. Erros são feitos sempre por mais de uma pessoa e em sua língua e por saber de mais.

Os dias tendem no futuro melhorar, se não muito um pouco, você sabe e também.

A força de ter precede o poder gerado em mãos, não negue isso a ela. Desfeitas trazem rancor e seus amigos não o querem mal.

Sinal tem em tudo que você quer de melhor. Não tenha medo mais de sentir, de sonhar, dê.

To be continue...

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Lacuna


Há muitos cantos nessa vida questiono-me em qual haverá de me encaixar. Vazios com toda razão tende a se preencher, pois permanecem vazios relativizaria sua utilidade e isso seria tão cruel com o espaço em seu todo. Mas é questionante que haja tal compaixão. No momento nada vem e aproveito para ir se até então algo vir eu volto e o continuar termina.

Ontem tivemos um dia festivo, como tantos outros da mesma natureza. È interessante ver que alegria é obrigada a passar por rituais. A cada ano sinto que essas datas vão se tornando cada vez mais desprovidas de sentido, não só pelo apelo comercial, social, religioso ou outra coisa do gênero. Acredito que as doses de realidade absorvidas pela vida acabam por tirar esse encanto e significado que o momento deveria nos proporcionar. O desenvolvimento da consciência também é relevante, pois nos mostra a grande maquiagem que criamos ao longo de um período cheio de baixos e muito poucos autos que preenchemos com esses dias de cala boca.

Tempos

Tempos de se encontrar

Jogado no asfalto ainda quente esta um rapaz de vinte e poucos anos

A emoção se transmite por todo corpo.

A pergunta naquele instante fica cortando meu peito, será que as pessoas sentiram a violência do acidente ou o comum já virou incomum. A história toma forma, e todos se apressarão para quebrar comportamentos de curiosidade.

Uma cena de estatística se deforma.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

hoje pode ser...

Hoje pode ser diferente, será?

O que torna um dia incomum? Quando já se viveu tanto e de maneiras diversas...

Djavús são partes presentes de meu caminho. Lembro bem da ultima empreitada, como esquecer uma rotina que propicia a coincidência. Diria que a criatividade talvez seja a única coisa que me da forças para continuar a levar meus pés a encontrar esquinas. Infelizmente probabilidades uma hora nos fazem ganhar e perceber que possibilidades se esgotam.

Já pensei em parar, dedicar-me...

Há tantas curas que precisam acalentar o pecado daqueles que o fazem no caminho de suas chagas. Quem curaria a minha? Teria como matar minha sede nesse intervalo?

Lá a diante quando não existissem mais ruas a nomear e meu corpo já tivesse saciado a fome do ultimo verme errante, como eu poderia ser recompensado? Talvez tatuado na identidade de um desconhecido, que outrora se tornasse mais um tumor da sociedade, que desgraça seria pensar que o meu alivio num futuro tivesse um alto preço que nem eu inexistente quanto mais à grande parcela que teimo dizer amar poderia se beneficiar, e sim apenas o oportuno.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Deitado

Deitado, misturado entre os lençóis sentindo a mudança de estação encontra-se um homem só, dividindo sua cama com as tristezas e frustrações.

É final de tarde, a noite vem chegando de mansinho, mas os poucos raios que ainda penetram pelo vidro da janela mostram que por mais um dia os sonhos ficam longe e ele mais perto de conhecer a amiga que esta em seus pensamentos.

Pergunta deve ser respondida, pois como, de que forma as pessoas esquecem tudo a sua volta e desistem? Que força é essa que destrói nossos dispositivos de defesa e fazendo com que provoque uma pane em nosso sistema imunológico?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Na horizontal.

Na horizontal...
Sinto meu membro, ele pulsa. Sua rigidez indicaria a necessidade, porém não é o que se constata. Uma intensa volúpia toma conta de mim, o órgão quase que pede para se desnudar das vestes, reluto... Por princípios, autocontrole, sentimentos revoltos, como saber? Intensidade. Vence e quase que involuntariamente metacarpos e seus amigos fazem a festa. O movimento é contagiante, o corpo agora como um todo entra na dança. Completamente pelado, de idéias, pudores, preocupações e movido apenas pela vontade. A única certeza agora é evidente, e nem a morte pode mudar.
O telefone toca, se esta tão perto, continuar é preciso... Ele continua a tocar insistentemente, no entanto nada mais é importante, talvez o desfecho, mas certezas perdem sentidos. O som vai ficando mais ao fundo, presente, todavia distante. Falece de todos os sentidos por instantes, já mais contáveis. Vida respira, o teto se mostra até mesmo com suas imperfeições. Pensamento traz à tona milhares de informações (não cabe quantificá-las ou qualificá-las) e o aparelho ainda esta lá a reclamar a atenção. Levanto com alguns passos, tenho o domínio da mensagem. Com algumas cordialidades e muita paciência tudo terminou rápido. Não quis comprar.
(T.P)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Uma moeda me encontra.

Achei mais uma moeda...

Não sei dizer ao certo se o místico de alguma forma esta presente em nossas vidas individualmente ou se certas coincidências da natureza, acaso ou de uma probabilidade que nem o caos poderia explicar nos dão indícios de que esse mundo é previsível. Poderia, aqui, dar “n” manifestações de fatos inusitados que se presencia e que normalmente acarretam a mudanças profundas em nossas ou em vidas de pessoas importantes que passam ou passaram pelo caminho torto que trilhamos. Por ser individual é difícil saber se é uma unanimidade presente, já que é constante a grande maioria ter pouca atenção pelas coisas simples que a vida mostra. A batida do tambor que move o barco antigo não nos dá tempo de apreciar o mar e o mais interessante é que para quem o movimenta o destino é uma certeza, porém para quem o guia estar em movimento é o que importa.

Prontidão

Estou pronto, o alinhamento das vaidades mostra se preciso e reflete minha satisfação. Algumas ou muitas coisas podem estar erradas, não importa. O mundo pode estar problemático, porém participar disso é algo fora de meus planos. Partir é mostrar que sou um pedaço do todo que não agüentou. Fazer parte daquilo que insiste em acabar. Vou repartir... E quem sabe me encontrar no final inteiro e digno de minha integridade.

Talvez agora escreva coisas minhas, sem muita pompa, profundidade, ou até mesmo com um grande significado. Coisas minhas, simples, simplórias, mas minhas.