terça-feira, 28 de junho de 2011

Raíz

Venho atravez desta para envocar e defender a palavra que vem perdendo seu sentido, enfraquecendo e até mesmo indo por caminhos obscuros. Sim ela deve ter liberdade ter seu yng yang, mas não deve deixar de ser o que é. Sua essência esta sendo maculada e venho eu protege-la. Se disser que há paz, respeite o meu significado , respeite essa pobre indefesa e nos deixe em paz.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Caminho

Ouço uma musica ao longe, que Erico me perdoe, mas não há nada de produtivo para se ver.
Estas canções vazias nos encomodam tanto. Basicamente pela inquetação. O desapego com a conciência. Minha melodia esta perto e será ela minha ancora, para quando estiver pronto para navegar.

domingo, 5 de junho de 2011

Espasmo


Na luta dura que labuta, nem sempre se encontra.
Na inconstância, meus brios, procuram acolhimento.
Insólito eu me encontro
E no ultimo suspiro, o movimento é sinal de vida.

Duas horas da manhã de sábado. Todos os pensamentos em desordem e a certeza é a única amiga que não pode vista-lo. O tempo se mostra o único portador da razão visto que emoção s e agarra as suas lembranças.

Homem, já com seus quarenta e tantos anos, encontra-se num estado lamentável, agonizando em meio a suas frustrações. Ao longo do dia vai se desenhado uma gravura de total apatia cuja única cor que se destacava é o marrom encardido dos móveis. O cenário pelo descaso e a falta de higiene, consegue superar o aspecto do homem. A existência da personagem que se destaca aqui se resumiu em uma viagem com algumas escalas que seriam da cama para o banheiro e percorrendo o corredor em direção a sala onde sua amiga tagarela o aguardava. Sempre com frases amigas em determinados horário do dia. Senta-se na poltrona, retira algumas migalhas que incomodam sua pele e coçam sua barriga pretuberante e desnuda.
Após uma cochilada despropositada acordado com um bom dia sua companheira falante que se encontra um pouco fora de sintonia.
Levanta, pensa... Vê um raio de luz sair pelas frestas da janela cerrada e libera sua mente e recria um mundo onde o certo é continuo e essa força lhe da energia para voltar , mas o que vê quando se vira é o espelho...

Episódio

Todos esperavam a volta, e a dor que causava esse instante contaminava...
Meus sonhos tinham o seu tempo, que naquele momento poderia parecer à personificação do infinito, porém era apenas uma parada onde havia luz que teimava em se apagar com um mover de dedos no interruptor.
Fugir agora era a única ação mais palatável...
Os pés teriam que ser amigos e deveriam percorrer a trajetória juntos na busca pela paz. O pensamento, porém não era amistoso.
Naquele momento.A paisagem tinha que se modificar para me sentir seguro...A cada voar, uma única saída.O caminhar agora tem ação, porém seus pensamentos permanecem estagnados e, a direção perde o sentido. O caminho real se dissolve e ocupar de seus pensamentos não encontrava noção de caminho, apenas tenta resolver. O percurso aumenta mais, proporcional ao tempo, a preocupação com os esperançosos ainda existe, mas enquanto não estiver percorrida a respostas de suas certezas apenas terá a carne para dividir com seus algozes.
O movimento involuntário começava a pedir descanso e atrapalhava por alguns segundos á conversa entre as partes. O parar se faz necessário. O tempo alongou-se agora nem o corpo chegaria se a paz não o acolhe-se. Muitas coisas aconteceram e a chegada foi eternamente adiada, o que ficou mais triste foi que continuaram esperando...