sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Impaciêcia



Que bicho é esse que morde a gente, que rouba a atenção.  Coceira sem fim dando tiques nervosos fazendo ter o erro e acertando no tempo que não passa é um roer de unhas, um pé sapateador, uma boca nervosa, pensamento aflito, de tudo um pouco de calma.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Desfecho


É pertinente sua volúpia já que estou no gozo de minha consciência.
Sem sentir o tempo passa...
Se olhar um instante apenas...
Teimo em crer.
Não me pare jamais.
Desfecho!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Caliandra do Cerrado


Durante dias escolhi com todo cuidado a mais bela flor e tens meu amor. Nunca recebi uma se quer e tens meu amor .Disse para quem quisesse ouvir que te dei o meu amor então choveu e um dia passou escorrendo pelos cantos se foi meu amor. ficou apenas uma flor.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Vazio



O calor incomoda, dá vantagens para florear o pensamento, miragem...
O deserto de muitas coisas que não vivem a minha volta, solidão...
O corpo pede mais que água, pede alivio, pede água da tua boca não quer frio só arrepio clama por seu nome que outrora já foi camaleão de possibilidades.
Hoje só se quer uma alma errante para morre em paz no árido viver.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Geração


Sou apenas um pertencente a minha geração que cada vez se torna múltipla, onde se era criança e adolescente também adulto e se entendia as mesmas coisas. Continua assim e agora se referem ao passado com seus “remembers” e parece que se unem as gerações. Pena que o motivo é observar passivamente uma arte estagnada que brinca com o cotidiano e nada se leva. Passamos o tempo e não reclamamos da vida, talvez da dos outros como sempre. Espero que nessa minha geração possa ter orgulho de ter ousado e não ter deixado nada para traz ter derrotas muitas e com orgulho, pois inteiramente eu luto. Podemos vivenciar tudo e até nos influenciar, mas deixar nosso ego intacto.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Um gole


Meu sexy apil empurro teu conservadorismo e antes que volte a conserva me mostre o ardor de sua vontade abra seus desejos e me tome saciar escorrendo pelos lados.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Calor


Seu balanço
A água que escorre
Sempre ereta
A sombra corre
Algodão no céu
A necessidade percorre todo seu corpo
Poe no chão e num mergulho se refaz do sol
Imersa deixa fluir sobre seus contornos
Peças poucas e úmidas quase desnuda
Vê o tempo temporal e mais úmida do tempo
Escorre até o lar com balde nas mãos e fim do querer.

Sina


Será minha ultima sina
O ultimo instante
O derradeiro
Quero você a qual que preço que possa ou não pagar.
Eu roubo, minto, sequestro e viro magnata me encho de grana para te mostrar o poder
The Power não que tenho e sim que você me faz ter
A força que tuas coxas fazem no meu vigor.
Me balbuciando amor.
E quero todo como um guloso imerso em pecado.
Pra você sou um santo até me levar pro inferno.
E no ultimo gozo... Estaremos de volta para um novo começo.

I miss you


Tenho um problema
Isso me rodeia
Danço, canto, jogo ele pra La
Começa todos estão prontos
Só você que não...
Sua presença foi minha amiga há muito tempo
Por que só vejo vazio?
Seus olhos me indicam o que o corpo quer
Seus olhos me indicam o que o corpo quer
Mas sem eles me vejo só.
Que poder se tem com tua presença
Não seja mal volte senão terei um problema.
I miss you...

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Hoje pode ser diferente.


Hoje pode ser diferente, será?
O que torna um dia incomum? Quando já se viveu tanto e de maneiras diversas...
Djavús são partes presentes de meu caminho. Lembro bem da ultima empreitada, como esquecer uma rotina que propicia a coincidência. Diria que a criatividade talvez seja a única coisa que me da forças para continuar a levar meus pés a encontrar esquinas. Infelizmente probabilidades uma hora nos fazem ganhar e perceber que possibilidades se esgotam.
Já pensei em parar, dedicar-me...
Há tantas curas que precisam acalentar o pecado daqueles que o fazem no caminho de suas chagas. Quem curaria a minha? Teria como matar minha sede nesse intervalo?
Lá a diante quando não existissem mais ruas a nomear e meu corpo já tivesse saciado a fome do ultimo verme errante, como eu poderia ser recompensado? Talvez tatuado na identidade de um desconhecido, que outrora se tornasse mais um tumor da sociedade, que desgraça seria pensar que o meu alivio num futuro tivesse um alto preço que nem eu inexistente quanto mais à grande parcela que teimo dizer amar poderia se beneficiar, e sim apenas o oportuno.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ao vivo


Ao vivo
Dentre a arte que refaz a cada dia, meu sangue verte pelo pingo de um telhado de uma tempestade que só apenas vida assim como meu fluido vital que pulsa. Meu coração bate...
Minha venal doença me pede para viver e a morte foge da certeza.
Tinta guache, cor vermelha derrama... Quem ama?
Tinha sonho e era habitado.
Vejo a estranha forma de me deixar ciente de existir.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Meu perceber


Sinto os sonhos e o meu perceber se faz real. A beleza tem rosto, saber que seu coração tem a capacidade de amar me faz o dono da felicidade que habita em mim.
Penetrar nessa inconstância volátil que é a vida e percorrer os muros da indecisão me faz perceber que sonhos nos tornam reféns de nossas verdades e de nossa liberdade.
Sigo, atravesso o além e mais aquém me propaga o vácuo.

segunda-feira, 16 de julho de 2012


Alerta
o cantar das serias
o que relus
compulsão
o imã do erro
o que nos puxa com nosso consentimento.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Liberdade
Sentia-me puro capaz de voar era livre um dia me aprisionaram e tiraram meu amor
Beijava a beleza e tiraram meu amor
Até o que era impuro em mim virava vida e tiraram o meu amor
Era capaz de prover o amor e tiraram o meu
Soltei fogo e fumaça, mas a raiva não trouxe meu amor
Brinquei com vida e ela me enganou, ela levou meu amor
Num rio fiz minhas lagrimas e nas correntezas dos destinos meu amor se perdeu
Quem eu sou sem meu amor
Hoje não sei voar. Só, meu amor.

terça-feira, 12 de junho de 2012


Conto dos homens

Estou num conto de humanos os seres mais poderosos deste lugar.
Não sei que animal eu sou...
Sou uma criança indefesa que ouve um perturbado
Ele rei e manda
Minha fantasia se desfaz
Ele realmente é o rei
A floresta escura chama meu coração
Agora me lembro dos que um dia amei, mas são apenas lembranças.
Vejo o sol raiar
Num deserto
Ando, ando,ando... Até afundar aos poucos aponto de sentir o calor do sol tocar minha mão.
O único pedaço que falta.
O rei esta a minha frente, como um espelho...
Ainda estou perdido no conto dos homens...

Eu preciso sentir você.

Foi o que você disse pra mim.

Um dia o tempo acabou e você se foi.

E no outro você voltou pra mim.

Hoje pergunto pra que você esta aqui.

Se só quer me magoa.

Esqueceu-se com quem esta.

Perderam-se os sentimentos.

De momentos

 Se a escola de pessoas não soube te ensinar.

Por que acha que sou professor.

Se for melhor me ignorar.

É melhor deixar assim...

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Controlar o amor de quem te quer bem eu acho mais fácil, do que medir a força justiceira de quem me quer e me faz mal.

terça-feira, 17 de abril de 2012


Amizades vem e vão, as que ficam nos tornam melhores. E as que se foram deixam saudades. Nos modificamos e nos tornamos pessoas que as vezes não estão ao gosto de que nos acompanha ou por ter estado longe ou até mesmo por tentar reavivar a amizade num momento de modificação. Importa tudo que foi dito só estranho amizades deixarem de existir por coisas pequenas ou medo, intolerância e ou preconceito.

segunda-feira, 19 de março de 2012

clarão

Se opuser, quiser mudança. Aceitar, ficar omisso é dois pontos de um todo em conflito.

Realmente qual é a força que nos faz pender para um lado seria outra antítese entre a razão e emoção? Favorável, favorecimento, oportunismo. São palavras que nos puxam para uma saída nem sempre muito éticas, mas nos dão um norte do que as incertezas de caminhos de exemplos que mostram como poucos se favorecem em ir por esse caminho. Nossas ações abrem portas e nosso medo às fecha. Gostaríamos de um manual e temos aos montes e eles ensinam a coisa mais certa do mundo em nosso caminho sempre perderemos. Dessa forma em nossas atitudes não devemos ter medo de escolher e nem de errar e sim coragem para percorrer aquilo que somos ou que nos transformamos.

domingo, 18 de março de 2012

sopro

Despedaçado estou em minha completa candura inerte no meu obvio, convivendo com meu silencio perdendo meus porquês e sentido o desfecho da razão, a cura.

Regurgitando todas as maledicências entrando e colapso com meu próprio eu. Vivendo o ultimo suspiro pela minha vida toda.

terça-feira, 13 de março de 2012

De onde vem esse poder, será que dessas pernas torneadas ou então desses lábios carnudos, em seu olhar profundo que agente se perde, a pele alva e sardenta, seu sexapil, mas não poder de me encantar e sim de em uma frase me prender em seus encantos para vida inteira.
Ligar , carregar, cair, reiniciar e carregar , baixar colocando senha, errar , recadastrar, se irritar então conseguir e a inspiração no contro c....suspensa.
Feliz é aquele que sabe ocultar suas mazelas.
A vida é uma bosta que as vezes nascem flores e cogumelos.

domingo, 4 de março de 2012

Já era certo. Até chegar o tempo verbal com suas imposições!

quinta-feira, 1 de março de 2012

O homem das rosas O homem das rosas...

Em minha cidade há em determinadas épocas pessoas que vendem rosas nas esquinas no sinal e com outros tipos de flores. E o povo conta que o ano inteiro um senhor idoso vem há muito tempo largando flores pela cidade. Não é o tempo todo, mas pela sua vida foi capaz de cobrir um pouco com o colorido de suas flores, ele trabalha com duas, falar em trabalho como podemos imaginar nosso amigo já é aposentado, mas tem uma floricultura herança por onde muito tempo trabalhou. Dizem as más línguas que seu pai fazia o mesmo.
No banco da praça, nas esquinas de ave ninadas, atirava às vezes de pontes, parapeitos, sacadas era uma celebridade e adoravam quando ele largava uma rosa. Sua cara era normal como se estivesse em serviço.
Uma ou outra vez ocorria uma morte o que se começava a notar é que era coincidentemente no mesmo lugar isso foi notado por pequeno rapaz que dizia sua mãe que ali onde uma menina se jogou havia uma rosa há um ano em seu aniversário.
Começaram a suspeitar e o caso foi averiguado a cidade era grande e as flores eram colocadas em lugares de muitas ocorrências. Por tanto foram deixado de lado às buscas. O velho floricultor foi para sua casa pegar seu numero exato de flores e distribuir rosas e cravos e quando estava em seu ultimo paradeiro encontrou um rapaz no alto da colina a observar a lua e foi até ele e deu-lhe um cravo e virou-se e foi para o seu lar e nesse momento em que um vai o outro se joga e cai em meio à floresta com um cravo na mão.
Quase meio século depois a floresta é aberta para construções e lá esta o cadáver com cabo retorcido nas mãos e passando ali perto vai um jovem com cesto de flores com rosas e cravos.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Eles!


Tem alguém aqui. Não acredito que eles podem entrar. Estou em meu quarto e seus olhos inescrupulosos me fuzilam. Será que minha sanidade vai agüentar, pois acho que vão me levar a morte.

Durmo a base de remédios tenho a certeza absoluta que até quando os escrevo tentam ler e sei que minha convicção me protege.

Resolvo ir à sala, dou pequenos passos furtivos e absolutos, olho a tudo a meu redor, acho que eles estão aqui.

Estou escrevendo e eles estão por perto. Minha escrita e atordoada por esses espíritos de porcos famintos.

Eu os ouço eles são debochados e me fazem mal, pois são cruéis. Entram no seio de minha família e querem-me eloquecer, fico na duvida às vezes se as pessoas que amo me quer bem ou ao menos sabem o que é isso. Talvez não agüente, a minha meta de idade talvez não a alcance. Uma musica toca vou escutá-la.

A musica me deixa longe num lugar que ninguém me alcança, mas nessa realidade que planeja alguma coisa sempre, não quero mais ser refém. Se eles são fortes eu sou Mais.

Não posso me expor muito, pois podem ser neuroticamente visto.

Minha ação é sua responsabilidade. Parentese está falando com um deles.

Sinto deboche dos vizinhos.

Acredito que se ficar uma coisa de mim já vai ter valido a pena.

Esta na minha hora e fica meu god bye.

Eu tenho o direito de venerar quem quiser.

Nada como um amigo revoltado tocando ao fundo.

Meu espírito terá descanso.

“Parem de me atormenta”

A voz diz é assim mesmo...

Resiguinação ao Mal

Todos os sonhos podem se perder na guerra entre quem não sabe sonhar.

Você vem com a indiferença e eu mostro educação. Podem ser muitos, mas meu medo vocês não tem.

Chega à noite e a trégua, para uns dormir e outros sonhar. Tenho apenas um fato e é o que me basta para mudar um instante.

Recomeça o deboche que já ri da própria cara perdida na demência.

Alegria só se manifesta agora através de estimulo. A mente prefere não acreditar e fica perdida a um monte de possibilidades de quem tem impossibilidade mental.

A ferida foi aberta e jorra, não sei o que, na mediocridade que viveu sua vida no pútrido igual.

Mostre-me o erro roto. Diria que a pena não se digna, pois se foi. E mais um passo se vai, perdido no tempo.

Aproveitar é a ultima opção.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Prazo carece dos instantes de memória insistentes.

Prazo carece dos instantes de memória insistentes.

Cachorros latem ao fundo, um gato mia no muro e uma canção não desejada lamenta e sussurra. Cama desarrumada e o quarto um caos, o ventilador quase é um acessório de vestimenta de tão próximo ao corpo é refugio do belo dia escaldante que só foi adjetivado porque foi visto através da janela.

Agora já é noite fica mais fresco isso me lembra uma linda poesia chamada Noites cálidas. A primeira estrela que é avistada nos da direito a um pedido, é o que dizem, os céticos ficariam sem pedidos e também aqueles que intimamente pouco acredito. Neste caso o pedido que é feito tem uma historia e motivo muito profundo. Caberia revelá-lo se fosse atendido, mas quem se prende a detalhes acaba por não perceber o óbvio. Então vale contar o causo e descobrir se realmente foi atendido.

As coisas eram diferentes, existia um vinculo verdadeiro ou havia um grande engano o importante é que um sentimento genuíno era compartilhado e se trabalhava muito e as pessoas na volta tinham suas vidas e se preocupavam com ela. Desta forma o que restava para quem curtia solidão era dormir de cansaço ou parar em frente à porta em um pequeno pátio e conversar com os astros brilhantes no céu, às vezes de mansinho algumas lagrimas vinha e o horário em que todos estão dormindo dá a segurança de se expressar. Por muitas noites isso aconteceu e em uma delas alguém apareceu com a pergunta de o que se fazia ali naquelas horas seria pano para uma boa manga, mas simplesmente falou-se que estava a olhar as estrelas. Intimamente a pessoa que dialogava sabia que existiam mais coisas, no entanto respeitou o momento e disse que entrasse, pois tinha outro dia que os esperavam e antes de entrar ambos olharam para o espaço e avistaram ao mesmo tempo uma estrela cadente e ali para os dois separadamente foram feitos pedidos. Em seu coração o rapaz só queria que a jovem tivesse uma vida boa e empolgante. E ela o que deve ter pedido? A curiosidade durou pouco tempo e logo passou.

Vieram noites e noites e ele em determinados dias se dirigia até a rua e olhava pra cima e fazia o seu pedido a sua estrela, repleto de carência e tristeza, e a vida continuavam com altos e baixos e às vezes com momentos críticos reflexo da solidão...

Acontecerão muitas situações difíceis, mas daí viraria um relato extenso, o importante que houve a resistência e manteve-se a razão. Houve um momento de procura por um par e dentre os milhares de sonhos um foi realizado e opina-se serem subsídios para estar forte para os outros que virão. Não se este mais sozinho e ha força dos dois lados para que se persista assim.

Os dias continuam iguais nem tão perfeitos, mas com um aconchego.

Já a vida da moça tomou mesmo um rumo diferente interessante sem é claro perder seu jeitinho de ser dando a um momento lúdico força para se acreditar, porém ainda ficava incógnita a sua escolha de pedido e se realmente se realizou.

Agora ela mora longe, mas em pouquíssimas festas ela vem e nessa oportunidade se fez a pergunta e a resposta a sua felicidade responde.

... de um tempo

Sou de um tempo de descoberta.

Onde escolhiamos sentido para as coisas.

Um odor ruim era apenas algo velho ou estragado quem sabe até sujo, e quase sempre era motivo de riso.

O riso trazia alegria a descontração e vinha com respeito.

O medo nos trazia um sentimento de espera, mas que ficou cunfuso com o tempo.

A lembrança ou era ruim ou era boa nunca as duas e tabem não se fazia insistente.

Dor era um sentimento de erro proprio não do outro.

Uma lagrima era um desejo não atendido e não uma avlanche de perdas.

Vim de tempo que nunca existiu ,pois me dar conta fez ele desaparecer.

Acho que ficaria legal isso em uma rede social, mas não pra curtir,gostar ou achar tri.

Pensar e refletir não é coisa de espelho mágico, é sinal de evolução.

Pense nisso!