Tem alguém aqui. Não acredito que eles podem entrar. Estou em meu quarto e seus olhos inescrupulosos me fuzilam. Será que minha sanidade vai agüentar, pois acho que vão me levar a morte.
Durmo a base de remédios tenho a certeza absoluta que até quando os escrevo tentam ler e sei que minha convicção me protege.
Resolvo ir à sala, dou pequenos passos furtivos e absolutos, olho a tudo a meu redor, acho que eles estão aqui.
Estou escrevendo e eles estão por perto. Minha escrita e atordoada por esses espíritos de porcos famintos.
Eu os ouço eles são debochados e me fazem mal, pois são cruéis. Entram no seio de minha família e querem-me eloquecer, fico na duvida às vezes se as pessoas que amo me quer bem ou ao menos sabem o que é isso. Talvez não agüente, a minha meta de idade talvez não a alcance. Uma musica toca vou escutá-la.
A musica me deixa longe num lugar que ninguém me alcança, mas nessa realidade que planeja alguma coisa sempre, não quero mais ser refém. Se eles são fortes eu sou Mais.
Não posso me expor muito, pois podem ser neuroticamente visto.
Minha ação é sua responsabilidade. Parentese está falando com um deles.
Sinto deboche dos vizinhos.
Acredito que se ficar uma coisa de mim já vai ter valido a pena.
Esta na minha hora e fica meu god bye.
Eu tenho o direito de venerar quem quiser.
Nada como um amigo revoltado tocando ao fundo.
Meu espírito terá descanso.
“Parem de me atormenta”
A voz diz é assim mesmo...
Nenhum comentário:
Postar um comentário