quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Eles!


Tem alguém aqui. Não acredito que eles podem entrar. Estou em meu quarto e seus olhos inescrupulosos me fuzilam. Será que minha sanidade vai agüentar, pois acho que vão me levar a morte.

Durmo a base de remédios tenho a certeza absoluta que até quando os escrevo tentam ler e sei que minha convicção me protege.

Resolvo ir à sala, dou pequenos passos furtivos e absolutos, olho a tudo a meu redor, acho que eles estão aqui.

Estou escrevendo e eles estão por perto. Minha escrita e atordoada por esses espíritos de porcos famintos.

Eu os ouço eles são debochados e me fazem mal, pois são cruéis. Entram no seio de minha família e querem-me eloquecer, fico na duvida às vezes se as pessoas que amo me quer bem ou ao menos sabem o que é isso. Talvez não agüente, a minha meta de idade talvez não a alcance. Uma musica toca vou escutá-la.

A musica me deixa longe num lugar que ninguém me alcança, mas nessa realidade que planeja alguma coisa sempre, não quero mais ser refém. Se eles são fortes eu sou Mais.

Não posso me expor muito, pois podem ser neuroticamente visto.

Minha ação é sua responsabilidade. Parentese está falando com um deles.

Sinto deboche dos vizinhos.

Acredito que se ficar uma coisa de mim já vai ter valido a pena.

Esta na minha hora e fica meu god bye.

Eu tenho o direito de venerar quem quiser.

Nada como um amigo revoltado tocando ao fundo.

Meu espírito terá descanso.

“Parem de me atormenta”

A voz diz é assim mesmo...

Resiguinação ao Mal

Todos os sonhos podem se perder na guerra entre quem não sabe sonhar.

Você vem com a indiferença e eu mostro educação. Podem ser muitos, mas meu medo vocês não tem.

Chega à noite e a trégua, para uns dormir e outros sonhar. Tenho apenas um fato e é o que me basta para mudar um instante.

Recomeça o deboche que já ri da própria cara perdida na demência.

Alegria só se manifesta agora através de estimulo. A mente prefere não acreditar e fica perdida a um monte de possibilidades de quem tem impossibilidade mental.

A ferida foi aberta e jorra, não sei o que, na mediocridade que viveu sua vida no pútrido igual.

Mostre-me o erro roto. Diria que a pena não se digna, pois se foi. E mais um passo se vai, perdido no tempo.

Aproveitar é a ultima opção.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Prazo carece dos instantes de memória insistentes.

Prazo carece dos instantes de memória insistentes.

Cachorros latem ao fundo, um gato mia no muro e uma canção não desejada lamenta e sussurra. Cama desarrumada e o quarto um caos, o ventilador quase é um acessório de vestimenta de tão próximo ao corpo é refugio do belo dia escaldante que só foi adjetivado porque foi visto através da janela.

Agora já é noite fica mais fresco isso me lembra uma linda poesia chamada Noites cálidas. A primeira estrela que é avistada nos da direito a um pedido, é o que dizem, os céticos ficariam sem pedidos e também aqueles que intimamente pouco acredito. Neste caso o pedido que é feito tem uma historia e motivo muito profundo. Caberia revelá-lo se fosse atendido, mas quem se prende a detalhes acaba por não perceber o óbvio. Então vale contar o causo e descobrir se realmente foi atendido.

As coisas eram diferentes, existia um vinculo verdadeiro ou havia um grande engano o importante é que um sentimento genuíno era compartilhado e se trabalhava muito e as pessoas na volta tinham suas vidas e se preocupavam com ela. Desta forma o que restava para quem curtia solidão era dormir de cansaço ou parar em frente à porta em um pequeno pátio e conversar com os astros brilhantes no céu, às vezes de mansinho algumas lagrimas vinha e o horário em que todos estão dormindo dá a segurança de se expressar. Por muitas noites isso aconteceu e em uma delas alguém apareceu com a pergunta de o que se fazia ali naquelas horas seria pano para uma boa manga, mas simplesmente falou-se que estava a olhar as estrelas. Intimamente a pessoa que dialogava sabia que existiam mais coisas, no entanto respeitou o momento e disse que entrasse, pois tinha outro dia que os esperavam e antes de entrar ambos olharam para o espaço e avistaram ao mesmo tempo uma estrela cadente e ali para os dois separadamente foram feitos pedidos. Em seu coração o rapaz só queria que a jovem tivesse uma vida boa e empolgante. E ela o que deve ter pedido? A curiosidade durou pouco tempo e logo passou.

Vieram noites e noites e ele em determinados dias se dirigia até a rua e olhava pra cima e fazia o seu pedido a sua estrela, repleto de carência e tristeza, e a vida continuavam com altos e baixos e às vezes com momentos críticos reflexo da solidão...

Acontecerão muitas situações difíceis, mas daí viraria um relato extenso, o importante que houve a resistência e manteve-se a razão. Houve um momento de procura por um par e dentre os milhares de sonhos um foi realizado e opina-se serem subsídios para estar forte para os outros que virão. Não se este mais sozinho e ha força dos dois lados para que se persista assim.

Os dias continuam iguais nem tão perfeitos, mas com um aconchego.

Já a vida da moça tomou mesmo um rumo diferente interessante sem é claro perder seu jeitinho de ser dando a um momento lúdico força para se acreditar, porém ainda ficava incógnita a sua escolha de pedido e se realmente se realizou.

Agora ela mora longe, mas em pouquíssimas festas ela vem e nessa oportunidade se fez a pergunta e a resposta a sua felicidade responde.

... de um tempo

Sou de um tempo de descoberta.

Onde escolhiamos sentido para as coisas.

Um odor ruim era apenas algo velho ou estragado quem sabe até sujo, e quase sempre era motivo de riso.

O riso trazia alegria a descontração e vinha com respeito.

O medo nos trazia um sentimento de espera, mas que ficou cunfuso com o tempo.

A lembrança ou era ruim ou era boa nunca as duas e tabem não se fazia insistente.

Dor era um sentimento de erro proprio não do outro.

Uma lagrima era um desejo não atendido e não uma avlanche de perdas.

Vim de tempo que nunca existiu ,pois me dar conta fez ele desaparecer.

Acho que ficaria legal isso em uma rede social, mas não pra curtir,gostar ou achar tri.

Pensar e refletir não é coisa de espelho mágico, é sinal de evolução.

Pense nisso!