Sem prefixos, sem rotulos, sem medos, sem desculpas, sem mentiras, sem verdades, sem pudores, sem requalques, sem tempo, cem vezes, digo que é amor. Sem promessas, sem expectativas, cem idéias ou um pouco mais, mas esperando sempre. Sem parar...
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Ver...
..Dar uma olhada no passado e ver que já se tem futuro me da forças para viver meu presente como uma dadiva, um caminho livre, não imposto ou desdenhado. As possibilidades se desenham, algumas rabiscadas...Mas tenho ainda uma caneta com uma tinta sem fim assim como suas folhas. Só acaba... Quando proponho o fim.
Topo
Apoiada na janela de um prédio, no oitavo andar uma diarista faz sua limpeza coberta de riscos, enquanto isso lá em baixo um jovem rapaz passa pelo prédio e vai seguindo até o fim da rua. É um dia ensolarado, alguns pássaros afinam suas vozes. Uma pequena brisa acaricia as arvores que timidamente mexem seus galhos e folhas. Agora o garoto esta numa avenida, e a caminhada ficam mais cansativa, pois já andará muitas ruas num tempo curto, seu pique era forte. Agora faltava pouco ao longe se avistava uma pessoa conhecida.
Estava ele e uma garota. Conversavam sobre vários assuntos e logo chegou outra garota e mais outra e um rapaz e em poucos instantes aquele ponto em frente a um condomínio estava repleto de jovens. Nosso rapaz pedestre agora deixava amiga para encontrar com três músicos.
O rapaz e os músicos são os primeiros a entrar e lá dentro estão seus instrumentos, eles estão no salão de festa, regulam o som e fazem testes e tocam uma música. A galera do lado de fora canta junto os moradores do condomínio saem na rua e aparecem na janela. A banda nutriu um grande carisma. Eles tocam mais uma e todo sabem a letra e como um coro tudo vai se afinando e o nosso Rapaz canta com vigor uma canção de amor. Eram quatro horas da tarde, eles tocariam as sete até as nove e meia, para respeitar o horário de descanso. Todos sem nenhuma exceção curtiam os rapazes e isso fazia com que eles esticassem até as dez. O publico foi se posicionando como podia avia um bom numero de caixas de som. Enquanto não começavam eles batiam um papo entre eles e um o que cuidava dos negócios recebe um telefonema e o barulho não deixa escutar ele vão para um canto os outros continuam sem dar bola.
Sete horas em ponto alguns ajustes e tudo pronto o show começa o repertório deles e bem vasto, pois o cantor é um tremendo compositor. Apesar de o condomínio ser grande e ocupar um quarteirão o som era convidativo e vizinhança vinha ver. A banda hipnotizava, fazia alegria da galera, emocionava e de uma forma simples chamava a atenção. Nove e meia eles super energizados e o povo pedindo mais e se foram até as dez e finalmente acabou. As pessoas aos poucos foram dispersando. A moça veio até o rapaz e lhe deu um beijo felicitou pelo ótimo desempenho e abraçaram os outros. Muito trabalho agora para guardar toda parafernália. Onze já tavas tudo pronto. Uma pequena combi levava todos os instrumentos e os quatro. Eles estavam indo para o interior para uma apresentação paga. Adrenalina a mil e muito que conversar o caminho era longo já estava bem escuro. O baterista dirigia e era ele que tinha recebido o telefonema e achou que seria um bom momento para comentar. Cambada eu recebi uma proposta de uma gravadora eles nos querem disse o baterista. Todos ficaram numa alegria, mas o Cantor quis saber: Quando tu recebeste essa noticia? Antes de nós tocarmos respondeu o baterista. Criou-se um clima com bate boca entre todos os envolvidos, por que não era a primeira vez que o motorista da banda escondia coisas dos outros, teve uma de varias onde ele conseguiu um cara que cuidou da capa das “demos” e o pessoal já tinha escolhido um e no final ele venceu, pois ele é o melhor financeiramente. Naquele momento a indiguinação havia vertido água todos os argumentos se cessaram quando proporão o fim da banda. O motorista tinha perdido rumo e mesmo assim continuava em frente.
O silêncio persistia e já estavam muito próximo.
Um caminhão com o carregamento de pedras de alvenaria vinha do lado oposto com um motorista que já havia andado por mais de dois dias sem dormir. O veiculo era pesado e ficava mais difícil de controlar e para finalizar o motorista desmaia. O caminhão perde o rumo.
O baterista vê de longe o caminhão e vira para o cantor que esta no carona e pede desculpas e tenta reabilitar a banda e vira para trás falando com os outros e vem com uma história de que agora vai dar certo que todos nos conheceram que a fama os espera o cantor volta atrás e eles empolgados se abraçam e o baterista se vira e diz sua ultima frase “A fama nos espera” e o seu semblante muda e o caminhão os atravessa.
Estava ele e uma garota. Conversavam sobre vários assuntos e logo chegou outra garota e mais outra e um rapaz e em poucos instantes aquele ponto em frente a um condomínio estava repleto de jovens. Nosso rapaz pedestre agora deixava amiga para encontrar com três músicos.
O rapaz e os músicos são os primeiros a entrar e lá dentro estão seus instrumentos, eles estão no salão de festa, regulam o som e fazem testes e tocam uma música. A galera do lado de fora canta junto os moradores do condomínio saem na rua e aparecem na janela. A banda nutriu um grande carisma. Eles tocam mais uma e todo sabem a letra e como um coro tudo vai se afinando e o nosso Rapaz canta com vigor uma canção de amor. Eram quatro horas da tarde, eles tocariam as sete até as nove e meia, para respeitar o horário de descanso. Todos sem nenhuma exceção curtiam os rapazes e isso fazia com que eles esticassem até as dez. O publico foi se posicionando como podia avia um bom numero de caixas de som. Enquanto não começavam eles batiam um papo entre eles e um o que cuidava dos negócios recebe um telefonema e o barulho não deixa escutar ele vão para um canto os outros continuam sem dar bola.
Sete horas em ponto alguns ajustes e tudo pronto o show começa o repertório deles e bem vasto, pois o cantor é um tremendo compositor. Apesar de o condomínio ser grande e ocupar um quarteirão o som era convidativo e vizinhança vinha ver. A banda hipnotizava, fazia alegria da galera, emocionava e de uma forma simples chamava a atenção. Nove e meia eles super energizados e o povo pedindo mais e se foram até as dez e finalmente acabou. As pessoas aos poucos foram dispersando. A moça veio até o rapaz e lhe deu um beijo felicitou pelo ótimo desempenho e abraçaram os outros. Muito trabalho agora para guardar toda parafernália. Onze já tavas tudo pronto. Uma pequena combi levava todos os instrumentos e os quatro. Eles estavam indo para o interior para uma apresentação paga. Adrenalina a mil e muito que conversar o caminho era longo já estava bem escuro. O baterista dirigia e era ele que tinha recebido o telefonema e achou que seria um bom momento para comentar. Cambada eu recebi uma proposta de uma gravadora eles nos querem disse o baterista. Todos ficaram numa alegria, mas o Cantor quis saber: Quando tu recebeste essa noticia? Antes de nós tocarmos respondeu o baterista. Criou-se um clima com bate boca entre todos os envolvidos, por que não era a primeira vez que o motorista da banda escondia coisas dos outros, teve uma de varias onde ele conseguiu um cara que cuidou da capa das “demos” e o pessoal já tinha escolhido um e no final ele venceu, pois ele é o melhor financeiramente. Naquele momento a indiguinação havia vertido água todos os argumentos se cessaram quando proporão o fim da banda. O motorista tinha perdido rumo e mesmo assim continuava em frente.
O silêncio persistia e já estavam muito próximo.
Um caminhão com o carregamento de pedras de alvenaria vinha do lado oposto com um motorista que já havia andado por mais de dois dias sem dormir. O veiculo era pesado e ficava mais difícil de controlar e para finalizar o motorista desmaia. O caminhão perde o rumo.
O baterista vê de longe o caminhão e vira para o cantor que esta no carona e pede desculpas e tenta reabilitar a banda e vira para trás falando com os outros e vem com uma história de que agora vai dar certo que todos nos conheceram que a fama os espera o cantor volta atrás e eles empolgados se abraçam e o baterista se vira e diz sua ultima frase “A fama nos espera” e o seu semblante muda e o caminhão os atravessa.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Som
Os ouvidos ocupados a mente a mil, o mundo muta. Em meu refúgio deixo as coisas como estão, mas o tempo acaba me modificando. Minhas palavras de agora serão passado...Como faço para eterniza-las conjela-las num inconciente coletivo? Os ouvidos ocupados a mente a mil
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
face
Dentre tantos instantes, dizia aquele outro...
Estava num canto um pouco depressivo, pensamentos confusos me levaram a engatinhar para a luz. Talvez não fosse isso, ouvia a vitrola que repetia o mesmo trecho de uma musica que me era muito familiar , porem não tocava muito, já que costumava parar no meio do LP.
Estava pronto para dar meus passos, a tinhosa havia chegado. Não tinha sido um bom garoto, era muito novo para ser pai, tentei, mas não consegui terminar um livro e a um tempo atraz tinha plantado uma árvore.
Sede e fome já não existia mais... De todas essas vissitudes me sentia em suspenso, pensava o personagem.
Ao transpassar a luminosidade comum a todos os muribundos se enxerga o novo que jamais em toda vida se conheceu: a morte.
Estava num canto um pouco depressivo, pensamentos confusos me levaram a engatinhar para a luz. Talvez não fosse isso, ouvia a vitrola que repetia o mesmo trecho de uma musica que me era muito familiar , porem não tocava muito, já que costumava parar no meio do LP.
Estava pronto para dar meus passos, a tinhosa havia chegado. Não tinha sido um bom garoto, era muito novo para ser pai, tentei, mas não consegui terminar um livro e a um tempo atraz tinha plantado uma árvore.
Sede e fome já não existia mais... De todas essas vissitudes me sentia em suspenso, pensava o personagem.
Ao transpassar a luminosidade comum a todos os muribundos se enxerga o novo que jamais em toda vida se conheceu: a morte.
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