Quando criança não tive a certeza de muitas palavras, pois
era tudo misturado dentro de mim.
Aos pouco fui aprendendo e perdendo, o limite se abriu e experimentei palavras novas a muito custo, como se tivesse
que lutar por elas, aprendi o amor nas singelas ações, porém se tornou claro
quando não tive mais seu toque, fui iludido por novos falsos sentimentos, quase
esqueci de cuidar de mim. Aprendi que há muito ainda em minha vida em espaço
curto, póstumo longo. E fazendo meu papel com a regra de nunca esquecer de mim,
o que vejo são encontros.
Furtivos, amáveis, e de aprendizado.
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