Travessas, tropeços,perigo.
Do chão contato, cabeça exposta ao céu.
Meu passo, desnuda o caminho,
Seus olhos registram...
Como posso estar, e quer ser, ter a minha , o meu lugar.
Tudo é estrela, é sol.
Vento me arrepia, fica forte, me avisa que la vem a
tormenta,
De minha vida, de amores, a derrocada, não apenas chove.
Alimentar de gostos, do meu, de tantos outros o que
apreciar,
O seu, saliva, saliente, hálito quente.
A vida se faz de gestos, abraços, principalmente...
Tocar tentando aproximar as almas e o terno.
Um escorregão na palavra e no equilíbrio se acha seu igual
que contra balança.
De palavras tão doce não perca a ultima que morre.
Quanto ao perigo ele é seu amigo e sabe a hora de parar e
como se portar.
Na hora do sol se caíres da estrela num abraço amigo, e
sentires o bafo, abraça-o e sinta sua saliva, e deixe que o perigo avise a
hora de recomeçar.
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