sexta-feira, 11 de abril de 2014

VERSÀTIL


VERSÁTIL





                                                                           (Novela 2)









VERSÁTIL



Sou homem, provo...
Experimento a vida e sei o que quero.
Não importa.
A mim importa o que é de direito que foi conquista minha.
Tive atitude de homem, integro; humano; viril.
Prefiro...
E o que gosto me da liberdade.
Sou por inteiro.
Posso dar e receber.
E sei quem merece minha atenção.
Voyeur.
Seja masoquista e apenas platéia.
Cada um sabe o que pode em sua vida.                                
Eu faço de tudo, se quero.


Com uma das mãos aperta a bisnaga e com a outra lambuza os dedos sem parcimônia. Olha na claridade da TV e lubrifica bem o local. Tudo dá desejo e o membro está vivo e vigoroso. Seu parceiro se certifica de que vai entrar e coloca dois dedos. Começa...
Nasce ás três da manhã, é menino.

Veio ao mundo...

Poucos familiares e logo já estão em casa, sim parto normal.
A mãe é uma atriz conhecida regionalmente e fazia uma peça onde interpretava uma princesa francesa. Agora cuidava de seu príncipe em quanto dava um tempo dos palcos. O pai, funcionário publico de uma repartição.
A mãe Belinda tem muitas vontades frustradas, queria estar nos palcos, achava muito cedo para engravidar, e queria ter apenas uma menina. Já o marido Álvaro sempre a pressionava e tinha do jeito que queria. Ela em casa, cuidando de seu filho homem.
Belinda começou a ter desconfortos com a situação que se encontrava, parou de amamentar a criança, que chorava ainda mais, sentia que não tinha o controle, e nem aquém recorrer. Ela estava surtando. Ao ver o descontrole da mulher e a pouca informação e quase nenhum contato com familiares o marido decide contratar uma babá, era meio oneroso, porém foi à melhor maneira de resolver. Vendo que teria a moça para cuidar de seu filho Belinda volta rapidamente aos palcos. Assim contribuiria para o orçamento da casa. O garoto vai crescendo assim como a carreira da mãe. Seu nome, Mario em homenagem o seu avô que construiu o primeiro teatro da cidade.
A vida seguia e se passavam 10 anos e Belinda Paz, nome artístico, estava em carreira nacional. Seu marido juntamente com a moça que cuidava permanecia em sua rotina.
Belinda passava a ser muito cobrada, novamente a pressão a assombrava ao ponto de recusar um filme e se recolher a uma clinica. Após deixar o retiro volta para casa e passa mais tempo com o filho e depois de mais de 10 anos a babá é dispensada. A partir desse momento ela se torna mãe e dona de casa, quase que se aposentando. Só que as insatisfações deixam-na um pouco fora da realidade.
Como mãe Belinda é exemplar, na alimentação, no cuidado, carinho e educação e como mulher se sente mais presente e Álvaro está muito feliz. Porém ela começa a tratar o filho como menina em pequenos gestos, brincadeiras, e lugares onde o leva como o balet. O pai no começo não ligava, mas percebe que o menino já entende e sente constrangimento, mas fica omisso com medo de perder a mulher.
Mario cresce aprendendo a entender sua mãe e a curtir a maneira como as coisas aconteciam, já sabia se defender dos olhos maldosos e nem por isso deixava de ser um rapaz afeminado e tiveram muitas namoradas que quando chegavam a sua casa eram tratadas como amiguinhas por sua mãe Belinda.












Dos 17.

 Certa vez Mario com 17 anos, lindo e viril apareceu com uma namoradinha que estudava teatro e logo de cara reconheceu Belinda e a tietou a noite toda. Depois do jantar Belinda diz a Mario que comprou uma bolsa feminina e brilhosa. A menina acha linda e pergunta se é para ela, a mãe a repreende e diz que é de seu filho. A namorada do rapaz fica sem entender e Mário diz que sua amiga vai dormir com ele Belinda titubeia, mas o pai Álvaro concorda e diz a seu filho para se prevenir e comportar-se. A mãe da uma risadinha e sai da sala e seu pai logo atrás. O garoto já havia trazido outras garotas sabia dos riscos, e logo foi explicando e preparando a garota para o quarto. Ela acha muito estranho, sentiu pena de Belinda e diz que vai avisar seus pais que esta tudo bem e que vai dormir numa amiga, típico. Quando se vira e a porta se abre, fica apavorada, O lugar é muito feminino carregado no rosa, mas de uma menina não de uma mulher, e sim havia coisas de uma adolescente ela fica impressionada, mas brinca dizendo que vai querer tudo emprestado e ele sedutor diz que começaria com os lábios.
Amanhece, fim de semana a menina se acorda e vai até a cozinha e toma um copo de suco e Belinda a encontra e pergunta:
- que você faz com a roupa de meu filho? E a garota responde naturalmente que ele a emprestou.  Detalhe era uma camisola.
Ao chegar ao quarto ela acorda o rapaz e conta o caso, as gargalhadas e da um beijo e pergunta se ele já usou alguma coisa que estava ali. Ele ri de canto de boca apertando os olhos e dizendo:
- Por que, você quer que eu use? Ela dá com o travesseiro nele e o beija muito.



Definições.

Começa a semana, de provas está no fim do ano letivo e é o ultimo ano na escola. Mário tem como preocupação maior seus estudos para o concurso para entrar na faculdade que deseja. A menina ele até deixou de lado, tanto que ela decidiu ir investir num novo. Na escola está tudo certo, já estão passados sempre muito objetivo e competente no que faz.
Duas semanas depois a formatura e o alivio de uma etapa cumprida. Seu pai e sua mãe radiando alegria e admiração quando ele subiu ao palco, fotos, muitas fotos. No final seu grupo foi festejar em uma boate e Mário voltou para casa com os pais. Precisava estudar, faltavam dois dias para o teste. No primeiro dia foi bem tranqüilo estava com boa concentração havia deixado o celular no silencioso, porta do quarto fechado rendeu bastante. O ultimo dia já estava mais desgastado, sua mãe lhe trouxe um lanche no meio dos estudos ele agradeceu trouxe o rosto dela para perto do seu e deu um beijo afetuoso. E ela o olhou como que a observar uma obra (feita por ela) e disse vendo que o cabelo dele era curto.
- Você podia deixar o cabelo crescer, daria para fazer muitos penteados. De maneira seria e investigativa. Ele a olhou e num sorriso disse que iria pensa, mas que agora precisava continuar que estava fazendo.
A prova era no outro dia e quando ele se deu conta já eram 23h16min e percebeu que não tinha tocado no lanche. Resolveu come-lo e ir se preparar para dormir.
Existem tantas listas que aprendemos, e quando tem uma onde nosso nome está e isso significa que todo esforço valeu a pena, é muito gratificante. O filho único de Belinda vai até a universidade como se fosse um ritual na frente dos muros das faculdades procurarem por ordem alfabética. “M”... Mário da Rosa Paz, Aprovado para o curso de Publicidade e Propaganda.
De começo o curso foi puxado, tinha muita coisa nova, porém logo o rapaz foi se adaptando e melhorando o desempenho, claro que sempre tinha algumas cadeiras mais difíceis. Em casa estava tudo em paz e no normal que ele já conhecia. Existia uma inquietação, ele queria se tornar independente rápido, e de todas as formas buscou uma maneira de conseguir um emprego, na sua área, pois queria que fosse assim. Não lhe faltava nada em casa e tinha todas as liberdades, há pouco tempo atrás havia tirado a carteira e seu pai praticamente deu o carro de sua mãe que quase não usava.














Trampo.

 Mário tinha intimidade com o curso. E como uma relação publica vendeu sua mão de obra tinha ainda muito tempo pela frente para seu primeiro estágio e ele insistente conseguiu através de amigos importantes uma colocação em uma grande editora.
Já de cara ficou bem intimo de todos e confortável na posição que ocupava. Ele se destacava de todas as formas, Jovem, Atraente, Competente, e muito mais... O emprego começava a render tanto que ele decidiu alugar um AP, sua mãe fica louca. Sente um medo muito grande, não de sua independência, ou de como ficará de riscos, não, se medo é de mudanças. O pai de Mário á acalma e a convence. De lá ele leva somente o que ele realmente usava e apenas uma caixinha de musica que Belinda Lhe deu.
Ao deitar pela primeira vez em sua cama de casal em seu quarto de seu apartamento o garoto sente como se tivesse crescido e conquistado um respeito próprio e como num vídeo game alçado mais uma fase.
Tudo caminhava para dias de rotina, mesmo saindo com amigos, tem flertes, visitando os pais sempre religiosamente nos fins de semanas. E em alguns momentos era tão corrido que passava meses solitários. 
Começava a notar que, por exemplo, em seu curso havia mais homens que mulheres, e que às vezes uns deles tentava fazer contato visual, mas não para amizade. No seu serviço também tinha muito isso, mas era tranquila tava acostumada com a ideia.




Primeiro contato.

O começo de tudo se deu quando resolveram mudá-lo de área, Agora passaria atuar no editorial de uma revista “Gay” muito conhecida e conceituada. Logo quando foi feita a proposta ele teve um excesso de riso e viu a seriedade de seu chefe e logo ficou tenso e com um a sensação de dor de estomago. Viu como uma promoção e experiência e realmente ganharia mais. Estava no ultimo ano da faculdade. Pensou com diploma faria o que quisesse.
O universo que desvendou foi muito estranho no começo, mas a curiosidades aos pouquinhos o interessava sempre eficiente pesquisava e tornava-se um conhecedor profundo. Havia todo tipo de foto das mais sentimentais a totalmente pornô. Ele avaliava, e lá no seu inconsciente uma em especial ficava rondado seu intimo.
Uma noite ele foi para casa e ao pegar no sono senti um toque e abriu os olhos e era o cara da foto daquele mesmo jeito o olhando passando a mão no sexo de Mário chupando seu pescoço com vigor deixando o rapaz desnorteado, arrepiado e num susto ele acorda e está todo melecado, sim ele tinha gozado.
Aquilo o incomodou por semanas, tinha medo de dormir e passar por aquilo de novo, medo ou... Vontade. Daquele dia em diante começou a ver os outros homens de outra forma. No começo tentava esconder de si mesmo, mas não adiantava.
Sentiu que precisava de muitas mulheres, para que isso se passe , ficou com ex, peguetis, feias, onde tivesse a oportunidade ele iria atrás. Sua ultima parada foi numa Casa de Prostituição, com “stripper” e tudo. Foi à noitada, iria gastar o que lhe sobrou do salário que agora era maior, escolheu a mais com o bom uso da palavra GOSTOSA e foi para um dos quartos. Olhou bem para ela se desnudando e ele já se camisa abrindo a calça e deixando a mostra sua cueca clara que se contrastava com a calça e sua pele branca e lisa de pelos. Aquela visão deixou a moça mais excitada ainda e logo pronta disse que se ele estivesse pronto que viesse. Nu com membro ereto pôs a camisinha e foi.
Saindo porta fora como raio e uma mistura de raiva e decepção ele foi embora.
Dias e dias de trabalho, rotina...
Uma nova funcionária entra e passa a cumprimentar a todos dizendo o que faria e que é mulher do Chefe de Mário. Ao vê-la fica muito encantado ao ponto de ela perceber e ser recíproca.













Uma tal Cátia.

O nome dela é Cátia e ela trabalhará no departamento de pessoal.
Todos os dias sempre que podiam os dois trocavam olhares, e na ultima festa da empresa eles ficaram mais íntimos.  Para ser exato no banheiro da empresa.
A partir daí crio-se um caso nas costas de seu chefe, com direito a motel, na casa de Mário, até na casa dela numa de muitas viagens do chefe. Mário tinha até esquecido suas taras.
Chegou a formatura de Mário e finalmente ele será graduado e sempre com pensamento de crescer mais, muitas pessoas vão para prestigiá-lo, principalmente do mundo gay no qual ele fez muitas amizades e lá está Cátia com seu marido, mas com um brilho  incomparável, seus pais também orgulhosos .
A única coisa que mudou até o momento é que acabará a faculdade.
Mario entra em férias e decidi viajar para praia, Cátia quer ir junto, mas ele diz que quer ficar sozinho pensando, logo ela indaga que ele tem outra. Ele nem responde e sai, chega a casa arruma as coisas e vai para praia. Precisa pensar no que vai fazer de sua vida vem a ele aqueles pensamentos eróticos com homens. Ele esta na casa da família de praia, é inverno tudo deserto, tem vontade de ligar para uma das muitas mulheres de seus contatos.
Deitado no sofá da sala que da para um porta de vidro ele fica a pensar, e novamente o corpo masculino lhe chama atenção ele quase que consegue visualizar, não agüenta sua bermuda quase explode , muito tesão e ele se masturba como um adolescente que está se conhecendo, imaginando a todos que vira até  agora como se folhasse uma revista. Senti um prazer que a até então nunca sentirá teve o ímpeto de ir mais longe, enquanto uma das mãos o masturbava seu pênis a outra acariciava seu ânus, sim ele queria sentir-se por completo. E num gozo de um jato que passou o pescoço e continuo grosso. Sua sensação foi de um prazer inacessível.
De volta, um mês de muitas descobertas, Cátia o vê passar e percebe algo diferente nele e sente mais raiva e ciúme.  E por dias eles não se falam.
A mulher transtornada decidiu se vingar e pedir ao marido que o demita, assim sem motivos e enfurecida. O marido de começo acha estranha e tenta achar uma explicação lógica, ela diz apenas que esta mandando e sai porta fora.














A primeira vez...

O chefe de Mário pensa por alguns instantes e percebe o que se passa como o mais óbvio, pede ao rapaz que precisa ter uma conversa em particular com ele quando todos fossem embora. Mário imagina uma promoção, sente uma felicidade.
Já bem tarde e o chefe Carlos esta em seu escritório e Mário em sua mesa. Vê-se que noite na janela, o relógio de pulso do rapaz quase grita no silêncio.
Carlos o chama finalmente, sobe as escadas e entra porta adentro, Carlos diz, por favor, tranque.
O chefe começa perguntando como ele vem se sentindo na empresa, se tem um bom convívio com os seus colegas, se tem se incomodado, tem tido muito trabalho, como foi às férias e por ai vai...
O garoto responde da maneira como pode.
Carlos vai ao ponto, de ma hora para outra. Você estava dormindo com minha mulher?
Tensão total.
Sem respostas.
Mário está sentado, e Carlos levanta da onde está e vai até ele, olho bem nos olhos e faz a mesma pergunta, Mário atordoado sem saber o que falar sem saber o que vai acontecer.
Carlos se aproxima do rosto de Mário como enfrentamento e um olhar sério e o beija, segura sua cabeça e força, Mário no primeiro momento aceita depois reluta e aos poucos se entrega. Muita língua, respiração profunda, saliva, puxões de cabelo e entrega total. Eles tiram a roupa e o Chefe assumiu a posição de passivo. Mário não deixa penetrá-lo.
Agora Mário tem além de muitas colegas que já pegou seu próprio chefe. E uma porta aberta para um novo mundo, sentir o vigor do mesmo sexo e suas experimentações.
Como um mecanismo que se aciona e liga. Logo pensou, já tinha papado todas as mulheres do seu trabalho agora terminaria serviço, com uma risada safada pensa no assunto.















Novidade.

Tem em seus dias uma rotina calma como se o novo interesse não incomodasse, com muita sutileza buscava ver o que cada homem lhe chamava atenção.  Nessas furtivas buscas que ao longo de um tempo fazia, deixou exposto a quem realmente entende desse lado e que realmente se lambuza do mesmo doce. Detectado, e quase atacado recebe uma cantada. Discrição e atração foram duas combinações explosivas. Sentiu quase como estivesse no clímax de algo que ainda não havia conhecido.
O rapaz de uns 19 anos que leva a encomenda da empresa aos funcionários chega perto dele logo que vê a forma com que ele observa todos e com a certeza num tom de brincadeira e direcionado só a ele e comenta:
- Também gosto da visão... Com um olhar sensual e numa piscada ingênua.
Mário fica sem reação, finge estar distraída e balbucia:
-Oi?... E diz que sim, que tinha mulheres lindas e que já sabia muito bem os seus sabores.
O garoto então diz que ele também, mas que estava afim de novas  experiências e indaga a Mario:
- E você não?
Mário tem a sensação de estar em um precipício com medo de cair, rapidamente diz ao garoto que vai ter que voltar ao trabalho, porém ao se virar pensa segundos e voltasse ao garoto e o convida para uma rodada de cerveja depois do expediente, o rapaz aceita de cara e com um brilho nos olhos volta para seu carrinho de encomendas e continua as entregas.
Motel, e sua segunda experiência reforçavam e consolidavam a vontade era saciada. Passou a prestar a atenção a quem se aproximava, cada vez mais principalmente do sexo igual, não deixando o oposto na mão, mas sentia que o que fazia tinha uma força e um gozo diferente no sexo homo. Queria manter o caráter hétero, não pelo preconceito, ou o conflito sexual, pois estava em descoberta, queria descrição e isso o excitava, tanto que todos os colegas e um grupo diverso com quem trabalhavam é gay. O que tornava complicado. Precisava descarregar essa força que invadia seu corpo e o enchia de excitação.  Nenhuma mulher saciaria um desejo como se quisesse voltar às origens, entrar num portal a semente que brota.
Começou a frequentar o mundo virtual, com a certeza de que seria seguro e empolgante e se sentisse que a pessoa era segura e preservaria sua identidade, marcavam e se encontravam em lugares públicos. Para ele a estética era secundária, mas sabia escolher e tinha sempre um biótipo.
No serviço todos sabiam de todos, mas ele mantinha seu statos já que seu chefe não iria ser expor e o rapaz Pedro de vez em quando se encontrava com ele, como uma “foda” fixa não era sempre que ele encontrava então Pedro fazia a manutenção de sua tara.
Durante toda essa busca ele nunca se envolveu emocionalmente, nem mesmo com Pedro com nutria uma amizade e ao mesmo tempo uma frieza quando necessário o que loucamente excitava o garoto e os mantinham juntos.
Tiveram diversos encontros ao ponto de em um mês ele encontrar 28 pessoas, em um dia em suas férias ficar com três em um dia.  Até determinado momento ele ficava com um de cada vez, no entanto suas investidas foram lhe mostrando idéias novas que logo foi incorporando como a expressão “A2” já era pouca, ter três pessoas no mesmo lugar era mais atraente e logo virou uma orgia. Sempre com a ressalva de que ele nunca dava (ser passivo).
Ele em um ano já não tinha mais opções que pudessem escolher sem esbarrar na sua descoberta, Pedro já estava cansado da situação até ele estava mudando.




Cátia por Cátia.

Em sua obsessão queria viajar e buscar outros lugares mais seguros, porém seu prazer secreto esta vulnerável, alguém sabia e estava disposto a abrir o jogo e talvez chantageá-lo alguém amargurada, mal amada, renegada, excluída por Mário.
O elevador do prédio esta vazia e Mario entra e distraído aperta o botão do torreio e quando a porta quase se feche numa atmosfera de suspense entra a mulher de seu chefe como se fosse o “Huk” dos quadrinhos e ao mesmo sensualmente coma uma cobra entra. São dez andares eles calculo a tensão de os dois não se falarem e no quinto ela deixa escapar o nome de Pedro. Chega até o térreo o elevador ela sai com se estivesse no clipe de uma das divas. Fica claro que ela sabe e que no dia seguinte ele precisaria manter o silêncio dela e vai para garagem do seu carro e martelando até o dia seguinte sobre o que faria.
Pausa para o café, Cátia está muito confiante e ao mesmo tempo compenetrada mexendo o adoçante que se mistura com o café forte e quente, girando pausadamente para um lado e o outro sentindo chegar Mário e de costas vira-se quase como se intuísse.
O intervalo tem 30 minutos ele é objetivo e pergunta o que ela quer e ela diz:
Somente você, mas ela não tem olhar de apaixonada, ele a machucou. Uma mulher vingativa tem sempre seus poderes de mulher bem aguçados. Ela conta como descobriu, Pedro estava deprimido num canto e ela ficou preocupada, ele não disse nada.  Depois ela o viu num bar com Pedro, e com o tempo começou a observar os dois e teve a certeza quando descobriu que Pedro era gay numa das redes sociais que fazia parte. O verde jogado foi a tacada final. E Cátia sentia que pela preocupação de Mário tinha uma arma em suas mãos. Ele enraivecido se contendo o que quer. Todos saem e vai para seus postos, fim de intervalo. Antes de sair ela diz me encontra na garagem.
Fim de expediente...
Ele desce um pouco depois de todos. O elevador ta quase fechando e consegue pega-lo está vazio, procura por ela e nada, se irrita e vai para seu carro abre a porta e entra, quando vai sentar no banco tem um susto ela já está lá dentro. Cátia tem um olhar doce que chega dar medo, ele pergunta:
-Como conseguiu entrar sua louca. Ela responde:
-Você sempre se esquece de por o alarme... Bobinho.
Mário fica mais irritado ainda e diz de uma vez:
-O que quer...?
Cátia a manda ligar o carro e dá a direção, a casa de Mário.
Eles sobem, e entram. Ela fica de pé ele senta na sua poltrona. Mário fala qual seria o preço do silêncio. Ao ver naquela posição máscula tem vontade, mas tenta focar. Diz:
- Quero saber tudo que tem feito com detalhes, e ele numa risada quase que orgástica comenta:
-Você acha que lhe darei provas. E com as mãos no rosto ele balbucia algo do tipo “eu mereço”.








Segredos.

Ela fala sério temos um segredo quero fazer parte desse segredo. Ele tira a mão dos olhos e pensa e olha-nos dela e diz:
- É só isso que você quer? E imagina que ter uma confidente será interessante. Cátia tem um tremor com tal pergunta e se segura novamente e diz
-Sim, por enquanto.
Depois da aquela conversa os dias no seu trabalho pareciam mais calmos, até a vontade desesperadora parecia lhe dar trégua. O rapaz das entregas estava namorando, Cátia e seu chefe pareciam mais amáveis.
A primeira história que tinha contado seria a decisiva para sentir se ela estava preparada para as outras. Disse que seu primeiro parceiro homo foi o marido de Cátia assim com estas palavras. Ela olho como se apertasse os olhos e intuísse dizendo que até sabia como sucedesse, nas palavras dela, ele veio tirar satisfação de nosso caso e sentiu excitação e deu para você e Mário respondeu afirmativamente. Cátia diz agora sabe por que o traia ele não vale uma linha de propaganda.
No trabalho a mesma monotonia, às vezes aparecia um modelo, um cliente ou funcionário novo que Mário trava de fazer o cadastro de qualidade. Sempre que dava pegava e agora tinha como aliada Cátia, que teve no começo o ardor de mulher, após os acontecimentos tornou-se amiga com ressalva de dar-lhe uma lição, mas terminaria como uma mãe que protege em suas asas.
Enquanto o dia ia passando ele se preparava para levar no final do expediente sua colega e confidente para sua casa para uma ou duas horas de sua biografia sexual.
Eles ainda estavam na fase do entregador da firma, um rapaz muito carente como os dois confirmam na cama ele era bem safado, pele bem branquinha e tinha minha altura 1,80 cabelos lisos, e dizia Mário que ele adorava quando eu agarrava-o pelos cabelos e vazia sorver meu membro pulsante. Continuava dizendo que ele era um dos poucos que me fazia ejacular dessa forma. Tinha uma bunda magra, mas para Mário era indiferente. No entanto tinha preferências, Cátia queria saber tudo. Disse apenas depende ( Já que estava muito restrito para abrir possibilidades) ,Com dois é bem excitante. E foi contando até o momento que terminou o envolvimento raso com o garoto do trabalho e ele arranjou alguém. Nesse momento ela pergunta-o e você em algum momento vai querer ter alguém. Mário diz:
Sou bem jovem, tenho como referência  meus pais que sempre estiveram juntos e tenho certeza pela transparência que eles sempre mostraram de que isso é possível. Transo com homens por prazer, é como um punheta com a Judá se me preocupar se isso me tornará um rótulo, mas nunca tive sentimento de forma gay estudei muito assunto e deu uma risadinha sabendo ambos onde, que parte do jornal ficou muito tempo. A senhora fica meio confusa se isso seria possível, e pensa em perguntar se sua curiosidade saciada o levaria a uma nova busca, ou se ele se sentiu influenciado, porém ao ver os fatos a pergunta mais óbvia é se ele já deu?
De maneira ríspida o rapaz diz com toda a convicção que possa existir dentro dele. Categoricamente, NÃO. Isso a preocupa, mas não transparece.
Mário Diz que muitos tentaram e nunca aconteceu. Num sorriso triunfante.
Cátia diz, ah é... Com um sorriso que fechava um olho e deixava o outro bem exposto.
Deixo que prossiga com o próximo, Olhou para o alto e coçou a cabeça. E retratou:
- Esse foi um arreto na gira seriam somente os preliminares. Beijamos-nos e nos esfregamos e logo fui me preparando para comê-lo, não sei se ele ficou com medo do tamanho, mas quis que fosse só arreto e que no final nos masturbássemos juntos, pensei que talvez fosse uma nova experiência entrei na dele e foi muito bom, repeti algumas vezes e utilizo caso o cara esteja com problemas para acontecer o ato. Esse era de 1, 73, cabeça raspada, olhos bem azul ele era atlético a maioria. Encontrava quase todos na net. (internet).
No final da conversa pelo tempo passado eles se despediam com um abraço e um beijo de respeito.
Dias se passaram e sempre ficava àquela hora de contar suas empreitada e Cátia de ouvi-las, agora ele contava uma do passado e deixava a par do presente.
Novamente na casa de Mário tomavam um vinho suave tinto e muito bom, enquanto ele relatava de um rapaz que fora a sua casa conversaram tranquilamente e foram para o quarto e na cama ele se deita e tirou a roupa e viu o rapaz Mário tirar a sua quando os dois se tocaram o garoto gemeu e logo gozou, Mário olha com uma cara de dó para Cátia e diz “como pode” ele da risada. E logo diz que conheceu um ator famoso de uma novela, diz:
Como você sabe por aqui tenho aos montes, bom eu não vejo nenhuma e nunca o vi deve ser figurante, mas bem apetitoso para o que quero.
Cátia perguntou o nome ele como sempre não se ligava, mas tinha anotado no celular, ela olhou e imaginou alguém e a única pessoa era muito conhecida não podia ser.
Continuaram a conversa e ela perguntou e mulher continua procurando? Disse que só tinha Cátia como alguém para relação. Ela sentiu o sol brilhar mais forte perto de si e a certeza de que estava como queria. E não sente mais falta do corpo feminino, ele a olhou e disse que sim com olhar que se aproximava da sua boca perto do rosto. Ela reluta, mas como sempre foi se rende aos encantos de Mário.
E agora além das histórias passadas e futuras ainda há Cátia com todo seu fogo e um sentimento sublime pelo garoto.
Dois dias se passam ela esta de férias e resolve chegar à casa de Mário e vê ele com outro, não tem ciúmes e sim uma curiosidade. Chega bem perto na tentativa de cumprimentá-los, mas ele s entram no carro. E ela consegue ver bem o rosto sujeito, acha familiar. Frustrada volta para casa que por sinal não tem nada para fazer, liga a TV e já passa das 9 horas fica entretida com a novela quando aparece um dos protagonistas ela leva um susto. O ator é podre de famoso e assumido a qualquer momento Mário seria alvo de paparazzi.
A vontade dela é de protegê-lo, e outra parte quer que ele seja feliz. Ligam para ele eles ainda estão no carro. Conta tudo pedindo que vá para um acostamento. Ele se sente Traído por não serem avisados, eles estão numa via publica e Mário bota o ator para fora sem explicação e ainda canta pinéu ele fica sem entender. Liga para Cátia e pede para ela o encontre em sua casa.
Prontamente ela está lá em frente ele sobe e agradece da forma que sabe, com calor, amasso, muita saliva e arrepios.
Teve uma vez que ele foi à casa de um cara que na Cam (câmera de vídeo ) que parecia bem atraente e normal na visão do que já tinha visto para se encontrar. Chegou e o que encontrou foi um cara com maquiagem, e vestido de mulher. O impacto foi tão grande que ele brochou só na porta, estava em descobertas ativa, então entrou e conversou um pouco e viu se valia a pena tentar e realmente ele sabia ser ativo e ficou feliz por eu não ser passivo, ele olha para Cátia e ri e diz:
-Você sabe por quê...
 Sem parar diz:
-Bom no presente agora estou atrás de um bombeiro que conheci que diz ser capaz de apagar meu fogo. Ele é que nem eu. Cátia retruca perguntando como assim ele pensa igual, não se sente gay, apenas gosta de comer. E como vai ser diz sua amiga, os dois comem. Ele sorri serei seu primeiro. A amiga diz e vai ser sua primeira vez? Ele fica tenso e deixa vazar... Tenho medo.







Teste.

Quer testar comigo? Diz de maneira doce.
Ele fica pensativo como quem escolhe algo difícil e importante.
Para Cátia aquilo era contra a tudo que tinha proposto ele a cativa e desmanchava todos os seus planos.
Ele pergunta como faria, e se seria delicada?
Sua amiga o abraça e afirma que quando quiserem podiam tentar. Mário diz agora!
E quer saber como seria? Vai até a bolsa e tira um negócio enorme. Mario arregala os olhos e cai na gargalhada e Ele séria fica segurando. Ele ainda diz que é muito grande. Cátia diz que abrirá caminhos e os dois caem na gargalhada. Bom não havia clima e tava na hora do encontro ele vai ela manda beijo e fica na casa dele, pois seu marido esta como sempre viajando e ali ela se sente bem.
Como ele era um extintor, ela diz como assim depois de tirar o lacre da uma duas e acaba.
Cátia caiu na gargalhada como se não pudesse mais parar. E ele pergunta como ela está? Ela diz:
Estou bem. Por quê?
Só para saber, apareceu alguém, sua mãe ligou e disse que vem a sua casa co seu pai no fim de semana. Mário fica indiferente e diz que vai tomar um banho e pergunta a Catia e você vem? Ela o olha e se dirige para o banheiro primeiro e já deixa no ar pergunta ainda virgem do bumbum e da uma risadinha. Mario sério responde que sim. Mudarei isso já responde Cátia determinada.
Banho, Camisa descoberta mostra o dorso nu, a calça fica em evidência e a salinense mostra que seu pulsante segue sabe onde estar, pura atração, ela tira o sinto e como se decolasse da calça atira ali mesmo, a calça cai e fica na altura dos joelhos sua sunga é branco com manchas e um pouco úmido ele logo se desfaz para o nu. Ela tem apenas um vestido que, cai como uma luva, em seu corpo curvilíneo. Tira com facilidade, pois é um tecido gostoso, logo só sutiã e calcinha, trabalho para ele que se excita muito, prontos nus.
Box, ducha, dois corpos e tudo que sabe se propõe até mesmo o popular “fio terra”, mas ela quis começar com o beijo grego. Ele reluta para não mexer, sabe que é bom, deixa. Aos poucos ela vai agradando como se soubesse o que um homem realmente quer e finaliza com o dedo, o prazer era tão grande e concentrado quase não sentiu na segunda ele a segurou e se entregou e ela o penetrou enquanto ele se masturbava e foi intenso e que ele gozou forte e Ela também sem ser tocada.
Os dois na cama ainda respiravam fundos como uma corrida longa subindo uma ladeira.










Mais Um.


Após esse ocorrido os dois deram um tempo, até mesmo das conversas, ele nem procurou outro cara, por pouco tempo em um de seus inúmeros sites de buscas tinha uma mensagem de um homem que era versátil que dizia coisas do tipo “Quero te mostrar o quanto é bom quando é com quem sabe” Isso chamou um lado danado da descoberta, conhecia a propaganda e sabia que o que se diz tiver 0,1% de verdade já ta valendo. Manteve contato o viu melhor no computador. Marcaram na casa do versátil, era do outro lado da cidade, no entanto o GPS resolveria.
Morava numa casa enorme, apertada a Companhia logo ele pareceu, viril, cabelos lisos caídos dando uma moldura a um rosto perfeito, bem de físico. Logo que entra tem uma enorme piscina e um jardim sobe umas escadas e esta na porta, dentro tem rol vazio. Que da para uma sala cheia de porta retratos. E para o espanto de Mário um deles é do serviço, o homem versátil que se apresenta como Varley diz:
-Conhece?
Mário só sacode a cabeça negativamente. Todos meus parentes, diz Varley.
- Família grande a sua desconversando diz Mário.
- Até que não... Diz Varley.
- Esse que você estava olhando é meu filho.
Friamente Mário pensa que provavelmente o pai de seu colega deve ser enrustido e não deve dar satisfações de sua vida. Sentiu-se calmo e se entregou. Somente ativo, o senhor tentou em vão lhe penetrá-lo. Camisinhas no chão, respiração profundo. Mario levanta e pergunta onde é o banheiro, Varley o segue e os dois se limpam. Já organizado Mário dá adeus. Antes de sair o versátil convida-o para que volte, Mario pisca, mas por dentro diz primeira e ultima, tenho que me preservar.

Logo em casa, já é noite.
Toca o interfone, é Cátia. Ele diz para ela subir.
Ele a cumprimenta com dois beijinhos, só de shorts. Isso a deixa com calor, e pede para ele ligar o ar. Vai logo perguntando das novidades. Mário abre um vinho e conta sua ultima investida. Cátia acha meio simples e logo pergunta da onde pararam.
Mário resolve contar de um encontro que teve com um chinês na orla do rio da cidade, ele fazendo uma corrida curta  e o chinês de nome brasileiro Antenor também , ficaram parelho o chinês tinha um bom português e manteve uma conversa, até então tranqüilo, Mario foi educado. Quando o rapaz cansou os dois pararam num lugar próprio para relaxar e alongar, o Antenor bebeu água de forma que chamou a atenção de Mário. E o deixo excitado e sua bermuda pequena de mais. E logo o chinês percebeu e como estavam ao ar livre e ninguém por perto, perguntou se ele curtia... Catia interveio, e perguntou:
-Curtia o que?
Sexo.
Deixa-me continuar disse Mário.
Como me sentia seguro disse que sim, o chinês disse que morava perto e me convidou para ir a casa dele, aceitei, conversamos no caminho. A casa dele tinha uma fachada bonita assim como jardim tudo obra dele. Estavam muito suados os dois, mas Antenor queria suado mesmo. Queria sentir os cheiros, ele fez “quase” tudo em mim e quase deixei terminar, porém sentia que não era hora o comi e fui embora para não me apegar.
Cátia faz a pergunta clássica:
O  do chinês era grande, e se ri como uma abobada.
Mário olha sério e diz:
-Maior que o meu.
-Nossa, responde ela.
Cátia resolve mudar de assunto e comentar sobre o marido que a trai com toda a humanidade, lamentosa e irritante, com os olhos Mário a observa e finge escutar, mas está em outro universo pensando que quase se tornou passivo. Sua vida é cheia de complexas nuances e, no entanto uma posição sexual passa ser um divisor de águas. Voltou e ela ainda falava, pergunto se queria beber algo e se iria comer ali, a moça disse que tava de passagem. Logo se despediu.



















Vontade.


Em casa só, decidi ler um livro. Chato entediante está inquieto. Está com aquela vontade, deitado na cama com IAPD na mão procura putarias do jeito que gosta. Sua internet ta ruim, chove lá fora. Liga a TV e põem no pornô gay. Pronto seu organismo volta ao normal, mas ainda há uma necessidade de finalizar...

 Na horizontal...
Sinto meu membro, ele pulsa. Sua rigidez indicaria a necessidade, porém não é o que se constata. Uma intensa volúpia toma conta de mim, o órgão quase que pede para se desnudar das vestes, reluto... Por princípios, autocontrole, sentimentos revoltos, como saber? Intensidade. Vence e quase que involuntariamente metacarpos e seus amigos fazem a festa. O movimento é contagiante, o corpo agora como um todo entra na dança. Completamente pelado, de idéias, pudores, preocupações e movido apenas pela vontade. A única certeza agora é evidente, e nem a morte pode mudar.
O interfone toca, se esta tão perto, continuar é preciso... Ele continua a tocar insistentemente, no entanto nada mais é importante, talvez o desfecho, mas certezas perdem sentidos. O som vai ficando mais ao fundo, presente, todavia distante. Falece de todos os sentidos por instantes, já mais contáveis. Vida respira, o teto se mostra até mesmo com suas imperfeições. Pensamento traz à tona milhares de informações (não cabe quantificá-las ou qualificá-las) e o aparelho ainda esta lá a reclamar a atenção. Levanto com alguns passos, tenho o domínio da mensagem. Com algumas cordialidades e muita paciência tudo terminou rápido. Chegou a pizza. O homem da entrega sobe e aperta a campainha e Mário abre meio esbaforido, quase imperceptível, da o dinheiro o garoto o troco e antes de fechar da uma olhadela em Mário que o constrange.








Percepção deturpada.

10 horas e o escritório estão vivos como um formigueiro, todos super ocupados, o garoto das correspondências passa como se não fosse notado, e chega perto de Mário assoberbado com afazeres. O garoto conta de seu relacionamento e que pretende se assumir a todos, Mário apenas cumprimenta e continua o que faz. O garoto farto de suas grosserias diz a todos que gay ao lado de Mário como um daqueles acionistas da bolsa, o lugar para e o silêncio é mais respeitoso do que o do ultimo moribundo do lugar. Mário sente um mal estar tão profundo que desmaia.
Na enfermaria Mário acorda, ao seu lado Cátia, e Pedro.
Aos poucos vai se dando conta do que se passava, olha para Pedro com olhar de desdenha e diz:
-Como pode...
O garoto sorri estou livre e feliz, Cátia o encoraja e o abraça. E espera a enfermeira sair e diz que Mário devia fazer o mesmo.
Nunca, sou homem, gosto muito de mulher, faço só por tara, diz Mário.
Cátia diz incisiva você gay, ou bi que seja gosta dos dois, faz sexo com homens.
Mário diz:
-Não sou gay, sou “ativo” só como e não tenho sentimentos por nenhum cara com quem já fiquei.
Tanto Cátia quanto Pedro, ficam pensativos. Volta à enfermeira e diz que assim que tiver melhor pode ir e terá atestado de 10 dias.











Outra.


Em casa volta àquela vontade, tem varias possibilidades para se aliviar, mas sabe o que quer, tenta de tudo, mas ainda esta muito forte parece que não cansa. Tem a ideia de ir visitar seus pais. Ainda teria 9 dias.

A cidade é a mesma tudo organizado, e sua casa a mesma de quando foi até mesmo sua mãe cuidando o jardim, logo o avista. Larga as coisas do jardim e com cuidado levanta enquanto Mário vai abrindo a garagem e num passo rápido o abraça. E grita por seu marido que está na poltrona lendo o jornal (já aposentados os dois) ele muito hábil num pulo já esta frente aos dois. Abraços beijos e as perguntas de sempre, sua mãe perguntam:
-De férias? E ele responde que se indispôs dez dias de folga, muito serviço. O pai diz:
-hummmm. Tens que ir com calma meu filho.
A mãe expansiva responde:
-Está em casa descanse, e recupere todas as suas energias.

Nos primeiros dias o mimaram até sufocá-lo, tanto que no terceiro dia resolveu dar uma volta.
Era uma cidade pequena e seu bairro menor ainda avistou na entrada de uma imobiliária um rosto conhecido todo engravatado. Um amigo de infância. Tratava-se de Sérgio que na infância fora seu amigo de diabruras e que tinha o mesmo rosto. E ao cumprimentá-lo viu que não reconheceu Mário. Com um sorriso Mário Disse seu apelido e logo se reconheceram. O garoto sorridente lhe deu um abraço e disse:
-Nunca ninguém me chamou mais assim “Tico”. E deu risada.
E Mário diz:
-E vejo que o Tico cresceu (tinha 1,98 cm).
-É para você ver as coisas crescem o que faz por aqui?
-Visitando meus pais.
Já estou terminando por aqui que beber alguma coisa?
-Aceito, qual bodega?
-pode ser na minha casa é aqui perto.
-Ok, disse Mário tranqüilo.

Era bem perto onde Sérgio morava. Chegaram e Mário percebeu que ele mora como ele sozinho e comentou, disse Sérgio que por comodidade. Conversaram sobre vários assuntos do passado, renovaram o presente e o álcool foi desvendando o futuro.
Já estava bem tarde, mas por ser tão próximo não havia preocupação, Mário a fitar suas fitas cassetes antigo avista um pornô que era do pai de Sérgio e lembra-se da primeira vez  que eles o viram. Agora homens qual seria a sensação. Sérgio vai ao quarto e trás um vídeo cassete antigo, Mário diz
-Que raridade e da uma risada.
Ele rapidamente o liga a TV e põem para rodar.

Os dois sentados no sofá em meio bêbados lembrando-se da infância.
-foi minha primeira gozada diz Sérgio.
-Eu já treinava em casa, diz Mário.
-Em que parte mais te excitava Sergio pergunta Mário? E seu amigo responde que se masturbar ao seu lado. Mario fica sem jeito e se cura to porre na hora. Sente-se estranho, em ver aquele cara se declarando bêbado para ele, porém sente uma atração que não sabe explicar, quer ir, mas ao mesmo tempo quer viver o que não pode viver na infância.

Eles se beijam as mãos sincronizadas buscam o sexo de seu par. Rola de tudo, o que mostra que os dois têm experiência, Mario o com muito (puta) prazer. Achando que Sérgio estava satisfeito Mário vira para o lado para descansar e no que vira seu amigo, sem cuspi, camisinha, ou ajuda de um gel o soca com vigor. Sem como escapar sendo seu algoz mais forte o que Mário pode é urrar de prazer na suas primeiras sensações na vida anal. O homem foi bruto, mas fez gostoso e gozo muito de escorrer e sujar entre lençóis e a bunda de Mário.
Quando terminou o rapaz desvirginado não sabia o que fazer se vestiu enquanto outro dormia, pensava que talvez ele não se lembre no outro dia.
Acabaram-se sua folga e tinha que voltar, deu adeus a seus pais e fugido foi embora.
Enquanto dirigia só pensava na noite, e que era realmente bom aquilo. Não podia contar a Cátia.
Organizou suas coisas e foi trabalhar.
Tudo normal, ninguém com comentários diferentes. Cátia passou em sua mesma cumprimentando e perguntando como estava logo passou o garoto das correspondências e deu olá e boas vindas e assim foi com todos. Seu chefe o chamou e prontamente estavam frente a frente. Pediu para fechar a porta. Perguntou assim como todos se estava melhor e agradeceu, pois sua mulher estava mais calma, e até mesmo  mais compreensiva, confidenciou que até tiveram uma noite juntos que foi como se fosse a primeira vez, mais uma vez agradeceu e lhe deu um aumento e uma promoção teria seu próprio escritório o rapaz saiu radiante.

Planos.

Sua ideia agora era bem simples rodaria o mundo em busca sexo com
homens, em lugares que não seria descoberto, e faria tudo, já que sentiu que o sexo anal é bom, mas continuaria discreto e a promessa que se fazia era de que nunca se apaixonaria. Quase tudo isso ele contou a Cátia menos que queria dar. Ela no que sabia o apoiou se era da felicidade dele.
Então todo o sábado e domingos e feriados ele cassava por todo o Brasil. Fim de semana na sexta ele já pegava o avião para onde fosse através de contatos virtuais ou na noite. Aos pouco eles sem perceber estava se tornando gay sem perceber na visão dele, mas o prazer era o que valia.
Todos os estados tinham seu toque, No sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, No Sudeste, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santos, No Centro-Oeste, Goiás, Mato grosso, No Nordeste, Bahia, Maranhão, Ceará, Sergipe, Rio Grande do Norte, Alagoas, Piauí, Paraíba e Pernambuco. Faltava só o norte e já estava chegando suas férias iria conhecer com muita calma.
 Norte, Pará, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia e Amazonas.
Sabia o quanto era cansativa as viagens, mas valia cada descoberta de um homem novo e diferente experiências e vivências o próprio lugar chamava muito a atenção. Como um afrodisíaco, em uma brincadeira onde dizia que “se fosse mulheres iria povoar o mundo” foi estopim para perceber que tinha deixado as mulheres de lado e agora só havia homens em sua vida, mas a única coisa que conservava era o sentimento. Que percebera em uma de suas epifanias que nunca teve por ninguém. Estava se rendendo a ideia de ser gay, estava em Boa vista, quase terminando sua rota. Parou num posto e penso vendo um panfleto que teve uma ou duas vezes que ficou sem usar camisinha, decidiu fazer o teste rápido para sua sorte havia sete pessoas e só atenderiam oito naquele dia ele era a oitava. Entre um pequeno questionário e suas enumeras escapadas decidi pelo bom senso botar um numero normal de pessoas em um mês, alem do que fazia mais de um mês da ultima sem camisinha. Na sua cabeça não estava a resposta do teste e sim sair do armário. Numa salinha os sete ficam conversando e preocupados com o que podia acontecer e Mário calculando a reação de todos, ou de alguns que contariam aos outros, e seus pais o choque, quase voltando a trás sozinho na sala a enfermeira chama.






Decisão.



Feliz, apreensivo.
Decidi deixar o Amazonas para uma próxima e volta para sua terra com o coração aflito ao ponto de a camisaria de bordo perguntar se era a primeira vez que ele andava de avião. Mário apenas disse que eram problemas.

Em casa tinha mais cinco dias ainda. Faria um trabalho com Power point para demonstrar sua homossexualidade, pensou e riu indício de que estava relaxando. A primeira pessoa seria Cátia com certeza. Pensou no serviço ele já comeu todas, e alguns gays discretos, pensava se não iria causar algo forte. E seus pais como reagiriam?...
Cátia saberia ajudá-lo.
Numa ligação, ela ficou surpresa e perguntou onde do nosso norte estava e ele disse bem perto, em casa e ela responde o que aconteceu? Mário pede para ela vir vizita-lo que ele conta.
Dois tempos estavam os dois juntos e ela preocupada, viu que ele nem desarrumou as malas e pede para ele ir tomar um banho que ela arruma tudo e Mário diz que precisam conversar sério e se vira cansado e vai ao banho.
Arruma tudo e ver cair um teste e deixa descoberto que é de DST, mas na hora ele aparece de toalha. Fica aflita:
-Conte homem o que é?
- Calma diz Mário, deixa eu ao menos botar uma cueca.
Sentado no sofá com uma cueca larga que deixa desnuda uma das bolas do escroto, mesmo com enorme realce de sua beleza que chama atenção. Ela se senta na cadeira e pega o papel e já vai se precipitando e dizendo é isso...
Ele sério pergunta o que é e vê um exame, e logo pergunta você está grávida, é meu?
Os dois em silêncio, os dois falam ao mesmo tempo, e ao mesmo tempo pede para outro falar. Naquele momento chato Mário grita aos berros:
-Eu sou GAY.
-Cátia eu não to grávida, e você ta doente? Para finalizar
                                                                              
-Sua louca é só um exame deu negativo.

Os dois se abraçam ambos lacrimejando.

Ele conta toda a história desde o tempo em que começou a se descobrir para junto com sua amiga se esta fazendo a coisa certa em se abrir e quem sabe viver algo que nem com mulher conseguir um relacionamento. E pede ajuda em relação a seus pais.
Cátia deu duas opções, uma era não contar, com tempo eles vão querer netos posso ter com você e terá sua vida clandestina como gosta. Mário interveio dizendo que já não mais a mesma coisa a vida clandestina. Então você esta decidido, sabe como é sua mãe tem que ir com jeito, já seu pai é vivido vai levar numa boa, se isso te angustia tem mais que se livrar de tal mal te dá todo apoio e vou com você se quiser. Mais uma vez ele diz que não que tem que fazer sozinho e agradece os conselhos e ela diz para terminar fale primeiro com seu pai ele sabe acalmar sua mãe.



















Identidade.


Faltam dois dias para acabarem as férias e ele vai à cidade dos pais, mesma recepção de sempre, um oi alguns vizinhos, passa pela imobiliária e o Sérgio olha a TV compenetrada. Para sorte dele estava só o pai em casa a mãe tinha ido comprar flores na outra cidade num táxi. Dito por seu pai logo foi desembuchando tudo que tava lhe afligindo. Álvaro sente-se super tranqüilo e abraça o filho que soluça como uma criança que mágoa o ser que mais ama. Seu pai pede para ele ter calma será tudo tranqüilo estarei aqui para orientá-lo, ajudá-lo e defende-lo do que for e quanto a sua mãe nós dois falaremos junto como uma família para ela.
Como se Mário tivesse uns 10 anos, pai filho ficou junto vendo desenho na TV e sempre num silêncio Belinda chega e Diz:
-Olá meus dois Homens!
Saíram do transe e preparados botaram sua mãe frente a frente com eles.












Vida.

07h30min am
Já esta na hora de levantar, dia chuvoso, começa de outono, friozinho, ir para banho, roupa quente e mais um dia de trabalho.
No serviço Cátia me manda um beijo, hoje não tem correspondência para mim mesmo assim vou até o garoto e pergunto como ele está e seu namorado. Vejo a felicidade dele. Mário sente o normal e mesmo assim é diferente, toca seu celular. Ele responde:
Oi amor, você vem me buscar meu carro ta no conserto. Desliga e continua os seus afazeres.
Ele desce, fim de expediente na frente de um carro grafite bonito esta um belo homem  um beijo de paixão, na entrelinhas entenda-se amor, ele se vira e vê Cátia e seu marido dando um  olá com aceno.
Com uma das mãos aperta a bisnaga e com a outra lambuza os dedos sem parcimônia. Olha na claridade da TV e lubrifica bem o local. Tudo dá desejo e o membro está vivo e vigoroso. Seu parceiro se certifica de que vai entrar e coloca dois dedos. Recomeça.































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