quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Observação


Fechos olhos,
Vejo sem sentidos,
Minhas mãos desvendam meu presente,
Meu esforço o futuro.
Ouço vozes,
Escuridão,
Meu novo mundo é carente de cor,
Minha alma é rica de vontade.
Sou sensível por necessidade,
O que me falta,
Mesmo sem ver.
Sou luz, sou cor, vida.

Vejo certo pelos olhos do que acredito e com a força que prevalece.

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