Um dia pensei que não soubesse amar, então pus em pratica e comecei a me
relacionar, primeiro com mulheres e depois com homens mesmo sabendo que o amor
familiar é diferente, mas que não deixa de ser um amor assim como de uma
amizade. Munido de certezas me envolvi e descobri que as pessoas são
diferentes, que de afinidade em
afinidade eu talvez acharia a pessoa certa, pessoas complicadas, esquisitas,
chatas, raivosas, incompreensivas, mentirosas ao ponto de me dizer que iria
mostrar o verdadeiro amor, e se amar mais do que a possibilidade de trocar, dividir e somar.
Com tais experiênciações aprendi a me amar e dar o tempo
certo para que não faça de um relacionamento um suplicio. Óbvio que acabamos
caindo em armadilhas, porem agora acredito ter mais ferramentas para me
desvencilhar sem tantas feridas. E não me acho um exemplo de perfeição sei que
meus erros e passos em falso também me tiraram pessoas especias e que esses
ensinamentos só me fortalecem. Amar é traduzir é dar significado é compreender e as vezes relevar e estranho é ter todo esse argumento e perceber que amar acaba sendo praticar por si só com toda as suas incoerências. Trago na bagagem somente a passagem com destino
a felicidade.
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