sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Mais um devaneio

Trevas, não importa o quanto não se enxerga. Luz o quanto se cega.
Tempo perdido , alcançado, almejado, reposto.
Amor, meu, seu, meu e seu, mais meu. De ninguém.
Acreditar , fácil, difícil...talvez impossível, para quem não sabe ou duvida.
Bem, me quer, sem nem ao menos perguntar se eu quero, mas não quero mal.
Molhar minha pele, tecer as gotas pelo meu corpo nu e no calor da chama intensa no tempo seco brotar o suor.
Fumaça, penetra oralmente do licito chega o conforto , apaziguá e da outra cria mais.
Fome me teima, sede me alcança, mas que me doe mais é não ter ajuda, só rejeição.

Enquanto seu rosto límpido e calmo passa por suas intrigas, lazer, frustrações, indiretas. O meu visualiza mais um devaneio.

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