Das mazelas o que me sobra e me assombra é o mal de amor que
outrem teima em chamar de paixão.
Quisera eu saber o contrario e me perder em sentimentos
exaltados sem medir forças e esforços me entregar a uma correnteza a um abismo
finito e destruidor. Sim viver começos e fins que não se justificam, mas não
leitor sofro de amor, reso por meu algoz todas as noites sonho com minhas
ilusões de continuidade. Tento continuar, pois também me amo muito e me
resguardo e de tempos e tempos como uma flor rara abro meu coração. Não espero
mais entendimento, ninguém mais alem de mim sabe o que sinto o resto é achismos, disse que me disse, paliativos, deduções.
Já passa da hora vou e o tempo não é ilusão se assim o
quiser ele também cura me mostra o novo é nisso, e nos meus que acredito.
A cura, recua, ecoa.
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