Pela manhã meus cobertores me abraçam com tanto carinho.
O calor do meu corpo é tão confortável.
Meus travesseiros se encaixam anatomicamente.
Fora daqui o frio quer me abraçar.
O vento que soprar meu rosto,
O sol me acariciar,
Tenho poucos motivos para levantar...
Ir ao banheiro já não importa mais, fui e nem notei.
Sei que o tempo vai passar e uma hora terei que levantar.
Ver o tempo passar como expectador, não é bom, não...
Onde me meti, que arapuca cai.
Esta frio, daqui a pouco canso e saio.
Tento dar sentido, mas se desfaz, e novamente estou aqui
tentando fazer minhas palavras terem sentido.
Já que eu não os tenho.
Eu e minhas cobertas você e suas decisões.
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