Vejo luz, meus pés não estão mais no chão.
Tenho chances...
Por quê me agarram, e o amor?
O caos me puxa, me é
familiar o apego.
Não quero outra vez um turbilhão.
Quero meu lago tranquilo de volta.
Chega de historias mirabolantes.
Chega do certo no meu errado.
Provar, provação me faça sentir novamente.
Hoje boas novas, amanhã não vem me iludir, me amedrontar,
testar.
Se for não levo nada comigo, pois pertenço apenas a mim.
A alegria toma conta, e trate bem do que aqui fica.
Agradeça, agradeço...
...e agora sem os pés no chão a revoada.
A alvorada. Novo!
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