terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Mais um.

Números, tão ordinais.
Sempre tem um primeiro.
E quanto aos da sorte?
Nasci em um dia...
Hoje já faz um ciclo.
E o tempo que voa.
Ver placas, nos muros das casas, o que tem em minha identidade nunca lembro.
Encontrar-te aquele dia foi de mais, mas não me perdoou não sei seu numero.
Sou mais, poesia, faço meu numero que sonha em ser musica para estar se repetindo em seu ouvido o quanto for.

Mais uma vez.

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