Julga-me
Mastiga meu amor e respeito e cospe na minha cara.
Acaricia a mesma cara que golpeia.
Sujo em meu sangue e desrespeito sigo meu caminho.
Com a raiva e triste.
Seu veneno correndo nas veias de quem ouve sua prosa.
Não me preocupo, pois sei quem são os meus.
Diabólica ação de não me amar.
Seu apreço não será perdão pode tê-lo.
Escondida como uma cobra no seio de meu afeto.
Sempre desmascarada pelo bote.
Sem poder se aquecer bicho frio e calculado.
Terá seu próprio fim na solidão de quem golpeias.
Agonizante.
Morrerá sozinho.
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